A campanha eleitoral e o risco de vida…

27.7.14
Não é de hoje que se ouve dos candidatos a deputado federal e estadual lamentos da vida que levam nas estradas do Maranhão em busca de mandatos eletivos.

São rotinas estafantes, com viagens, geralmente de carro, em busca do voto nos mais longínquos municípios maranhenses. Isso sem falar na cansativa viagem de ida e volta a Brasília, no caso dos já detentores de mandato.

E essa correria desenfreada pelo voto – ou mesmo pela visita às bases, nas épocas sem eleição – são fatores de alto risco para acidentes, aéreos ou terrestres.

Os deputados estaduais Rubens Júnior e Eliziane Gama – ambos em busca de mandato na Câmara Federal – sofreram as consequências desta rotina neste fim de semana.

Na noite de sábado, Eliziane bateu a caminhonete em que viajava na região entre os municípios de passagem Franca e Buriti Bravo.

Hoje pela manhã, Rubens Júnior também envolveu-se em acidente, nas proximidades de Caxias.

Apesar de pouca divulgação na mídia, são mais comuns do que se pensam os acidentes envolvendo políticos em busca de votos nas estradas – e nos ares do Maranhão.

Em 1995, três deputados estaduais morreram na queda do avião em que seguiam para o interior.

Em 2011, poucos meses após assumir mandato, o deputado federal Luciano Moreira (PMDB) morreu em acidente de carro na estrada de Barreirinhas.

Entre os dois casos, vários outros se sucederam, com destaque para a morte dos prefeitos de Morros, Clóvis Bacelar, e de Zé Doca, Silas Cavalcante, nas estradas a caminho de São Luís.

Também candidato a deputado estadual, Adriano Sarney sofreu acidente de avião no início do ano, mas conseguiu escapar sem ferimentos.

A própria Eliziane Gama perdeu uma assessora, em acidente  de carro, há dois anos.

A rotina de campanha para deputados estaduais, federais, e até candidatos a senador e a governador é tensa e estafante.

É preciso avaliar se esta rotina vale, realmente, a pena… (Blog do Marco D’Eça)

2 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    isso é só castigo para esse politicos que só saem dos seus gabinetes na época das eleições depois fecham em seus gabinetes e o povo que se exploda o exemplo disso foi o ex deputado federal cassado Paulo Marinho um nosso amigo votou nele na época e um certo dia uma pessoa morreu la na sua região o mesmo veio a té caxias pediu um caixão para sepultamento e teve como resposta que não estava recebendo verba da camara para atender esse tipo de serviço. é mole ou quer mais?

  1. Anônimo disse...:

    Amigo de paulo marinho se espera tudo, hoje ele é pastor aos sabados no programa mesa redonda. é mole!!!!

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