Explicação de ‘outro’ mundo!!! Mídia do Grupo Coutinho usa defunto para limpar a barra da patroa que está na lista de ficha suja do TCU

4.7.14
O grupo Coutinho sentiu o golpe ao ter a deputada Cleide na lista do TCU como ficha suja por conta do processo (004.737/2004-0) da época em que era gestora da saúde de Caxias (1999), o que a coloca, por exemplo, inelegível nos 8 anos seguintes a esta condenação.

A própria deputada publicou uma nota de esclarecimento sobre o caso afirmando inocência e que “tudo já foi esclarecido e inclusive por mais de uma vez perante esse Tribunal (TCU), não fazendo sentido a deputada ser absolvida e condenada sobre o mesmo fato”, diz trecho da nota.

Rapidamente, os funcionários da Prefeitura de Caxias, e os correligionários mais ‘afoitos’, trataram logo de espalhar o esclarecimento da deputada tratando-a como a “madre Tereza de Calcutá” da política caxiense.

Mas se os exageros apelativos nas redes sociais defendendo a inocência de Cleide Coutinho foram muitos, na sua emissora de TV (Sinal Verde), essa defesa transformou-se em coisa do além.

Em socorro a patroa, o principal nome da emissora coutinhiana, apresentador e advogado Ricardo Marques, evocou o falecido senador Alexandre Costa como sendo uma peça fundamental no episódio da época da condenação de Cleide Coutinho no TCU.

E o que disse RM na TV Sinal Verde? Leia abaixo:

Cleide Coutinho foi secretária municipal da Saúde pelo período de três meses do ano de 1999. O famigerado Maracutaia era deputado federal. Hoje sabe-se que, em Brasília, ele fazia de tudo para atrapalhar Caxias.

Naquele período de três meses em que esteve secretária, Cleide Coutinho, com a ajuda do saudoso senador Alexandre Costa, conseguiu remunicipalizar a Saúde de Caxias. Sim, Caxias fora “desmunicipalizada” porque o prefeito anterior – adivinha quem era? – cometera uma série de maracutaias que levou o Ministério da Saúde a “desmunicipalizar” Caxias.”

Vejam bem: “Naquele período de três meses em que esteve secretária, Cleide Coutinho, com a ajuda do saudoso senador Alexandre Costa...
Mesmo morto, ex-senador Alexandre Costa é usado no período em que Cleide Coutinho 
foi secretária de Saúde em Caxias

Destaquei esse trecho do editorial de Marques para mostrar ao leitor que os palacianos estão meio perdidos na tentativa de defender o baluarte da moralidade do grupo Coutinho.

Alexandre Costa jamais participou, em 1999, de alguma tentativa de ajudar Cleide Coutinho em nada. Não o fez pelo simples fato de que o mesmo estava morto, há um ano (1998). Mais: acometido de um grave avc (acidente vascular cerebral), desde 1995 o senador caxiense não respondia a estímulos e assim ficou nos 3 anos seguintes até quando veio a falecer.

Calma, pessoal! Com bons advogados e recursos para pagar quantos mais precise, com certeza a deputada Cleide Coutinho se livrará dessa. Só precisam se atentar e respeitar quem não tem nada a ver com o assunto e que estava morto no período que a deputada se meteu nessa encrenca. Menos, menos...

1 comentários:

  1. Como diz um amigo meu que frequenta o bar do Cantarele, temos aqui mais um RÁBULA. O cidadão que exerce a profissão de rabula e não sabe ligar os fatos no contexto cronológico histórico não merece a minima atenção.

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