A transparência de Fábio Gentil no combate a pandemia do coronavírus e a irresponsabilidade na época do escândalo da “maternidade da morte” no governo Léo Coutinho

16.7.20
Caxienses comparam a transparência da gestão Fábio Gentil na pandemia com a falta de
explicações no escândalo da “maternidade da morte” no governo Léo Coutinho

Sob a gestão de Fábio Gentil, a Prefeitura de Caxias tem sido correta e eficiente quanto ao enfrentamento da pandemia provocada pelo coronavírus no município.

A realização de várias ações para conter a proliferação de casos tem sido elogiada pela sociedade caxiense como um todo. Pias instaladas em dezenas de pontos da cidade para facilitar a higiene das mãos, cabines de desinfecção, carros atomizadores percorrendo os bairros e a promoção de medidas de isolamento social dão ao caxiense a sensação de que o gestor está fazendo jus ao cargo que ocupa, o que tem deixado Caxias entre as cidades que apresentam os melhores indicadores no combate a pandemia do coronavírus entre os grandes municípios do Maranhão.

A divulgação diária e atualizada do número de pessoas infectadas por bairros; que foram curadas; que estão internadas ou que, infelizmente, vieram a óbito, proporciona ao cidadão a possibilidade de manter atenção redobrada com os cuidados para conter o temido vírus.

Enfrentamento ao coronavírus em Caxias é feito com informação e ações

A abordagem séria e transparente mantida pela gestão Fábio Gentil nessa pandemia contrasta com a desastrosa administração do ex-prefeito Léo Coutinho nesse mesmo setor, a saúde do município.

Quando Léo Coutinho era prefeito, o Brasil ficou estarrecido quando estourou o escândalo da “maternidade da morte”, onde mais de 200 recém-nascidos e dezenas de mães perderam a vida diante da incompetência dos gestores de então.

Ao contrário dos dias atuais, quando o mundo inteiro vive as consequências de uma pandemia, na gestão de Léo Coutinho os números absurdos e inaceitáveis de mais de 2 centenas de mortes, e de outras dezenas de crianças cegas provocadas por conta de incompetência, foram tratados as escondidas no primeiro ano daquela triste gestão, mas que no ano seguinte ganharam os holofotes dos grandes veículos de comunicação do país e deixaram os brasileiros revoltados com o infanticídio promovido naquela que até então era conhecida como princesa do sertão, mas que ganhou na época o título de ter uma “maternidade da morte”.

Incompetência da gestão Léo Coutinho ganhou as manchetes da
imprensa nacional e o Brasil conheceu a “maternidade da morte”

São duas gestões que diferem de tudo. Enquanto Fábio Gentil trata a atual pandemia com transparência e combate diário para minimizar os danos, na gestão Léo Coutinho era o inverso: a falta de informações e a negação diante do escândalo era uma constante naquele triste governo.

Minimizada a marcha de mortes de recém-nascidos naquela que era o maior temor de grávidas do Brasil, graças a intervenção branca do governador Flávio Dino na maternidade, quando milhões foram disponibilizados para frear aquele macabro show de incompetência, eis que em seguida a calamitosa gestão Léo Coutinho resolve fechar o Hospital Geral do Município, acarretando uma explosão de atendimentos na UPA, e que todos lembram no que se tornou o local naquele período de tão triste lembrança.

Por mais incrível que possa parecer, os mesmos atores que tanta dor e sofrimento provocaram nos caxienses naquele período de horror da história recente do município, se arvoram agora de donos da verdade e ficam a criticar a gestão de Fábio Gentil no combate a pandemia, tentando fazer do momento que assola Caxias e o planeta um caos igual ao que eles protagonizaram quando aconteceu aquele revoltante infanticídio.  

Pensam que o caxiense já se esqueceu do que eles fizeram nos verões passados.

Nunca mais conseguirão protagonizar outro circo dos horrores na princesa do sertão.

A “maternidade da morte” é um capítulo negro da nossa história que os caxienses não querem e não irão ver novamente.

Temos agora uma Maternidade da Vida, que tanta felicidade proporciona a todos que a procuram.

Os tempos são outros e os caxienses sabem muito bem disso.

Mas vale uma reflexão: já pensou se diante dessa pandemia, fosse Léo Coutinho na Prefeitura a comandar o setor da saúde do município?!

2 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Eita Léo... destruiu nossa Caxias e destruiu o legado do seu tio Humberto... Grande Dr. HUMBERTO...

  1. Pedro Barros disse...:

    Apelou meu amigo, pois Léo Coutinho nem cogita disputar cargo eletivo! O povo tá de olho é no Cabeludo mesmo; que dizia ser a mudança e a redenção de Caxias, mas não passa de mais um dos que foram chocados nos ninhos dos Coutinhos. A sorte dele é que teve seu projeto avalizado pelos Marinhos!...mas aguarde, o povo não é cego e a Internet está aí pra mostrar a todos, os milhões aqui derramados por conta do Coronavirus!

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