A louvável e importante campanha dos profissionais de saúde de Caxias para combater a pandemia covid-19 e o desserviço de quem semeia o pânico

24.3.20

Profissionais da saúde de Caxias seguem exemplo dos colegas de 
São Paulo e pedem a colaboração de todos no 
enfrentamento da covid-19
Com o mundo inteiro tentando somar esforços no combate a pandemia que assola a humanidade, boas iniciativas surgem de todos os lugares e mostram-se importantes e necessárias para lidar com um inimigo cruel e invisível.

O Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, por exemplo, iniciou nesta semana uma campanha visando arrecadar cerca de R$ 10 milhões de reais por meio de doações de empresas e pessoas, para aquisição de máscaras, aventais, álcool em gel, toucas descartáveis e outros insumos necessários, onde a equipe do HC prevê um aumento de 400% na demanda por esses materiais nos próximos dias.

Observa-se que o HC paulista é o maior hospital do Brasil no enfrentamento da covid-19 e encontra-se na mais rica cidade do país e mesmo assim procura receber ajuda da comunidade.

A direção do hospital paulista criou a campanha #VemPraGuerra e incentiva outras unidades de saúde Brasil afora a fazer o mesmo, uma vez que o problema de falta de insumos hospitalares para o enfrentamento da pandemia provocada pelo corona vírus assola todo as unidades da federação.

Em Caxias, profissionais de saúde que estão na primeira barreira de contenção da doença, estão seguindo a orientação dos colegas paulistas e buscam a solidariedade da comunidade na coleta de produtos e por isso fizeram circular um banner nas redes sociais pedindo a solidariedade de todos para confecção de material de EPI (Equipamento de Proteção Individuai) (imagem acima).

Infelizmente, aqueles que não esquecem a política um só minuto, tentam lançar desespero e caos onde se busca a solidariedade e a união de todos contra a grave crise de saúde em Caxias e no mundo.

É a internet conseguindo dar voz para quem não consegue discernir solidariedade de pânico.

São os mesmos que silenciaram no horripilante infanticídio ocorrido em Caxias na época da “maternidade da morte” e que agora se arvoram de profetas do apocalipse na busca de visibilidade no mundo virtual.

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