PATÉTICO!!! Fazia as unhas na Câmara na época da “maternidade da morte” e agora vai lá apurar ‘denúncia’ sobre falta de lençol

17.5.18
Embora possam parecer que torcem pelo quanto pior melhor, a dor e o descaso do desastroso governo Léo Coutinho não são mais encontrados pelo trio de vereadores oposicionistas, que pagam mico atrás de mico ao tentarem produzir material para desgastar a atual administração

Era comum ver a vereadora Thais Coutinho fazer as unhas durante as sessões da Câmara na época 
do governo Léo Coutinho e quando aconteceu o escândalo da ‘maternidade da morte”

O trio de vereadores oposicionistas na Câmara Municipal de Caxias já perdeu totalmente o senso do ridículo ao tentarem produzir no governo do prefeito Fábio Gentil, escândalos que possam lembrar, mesmo de longe, os inaceitáveis e abomináveis casos que tanta dor e vergonha causaram nos caxienses.

Na noite desta quarta-feira, 16, Edilson Martins, Tevi e Thais Coutinho dirigiram-se até a Maternidade Carmosina Coutinho em busca, segundo eles, de apurar ‘graves denúncias’ naquela unidade de saúde.

A ‘grave denúncia’ relatada pelo trio para estarem na Maternidade foi antecipada pela vereadora Thais na sessão desta segunda-feira, 14, na Câmara Municipal, pois, segundo ela, “na Carmosina, nem lençol tem”, comentou ao usar o pequeno expediente na segunda-feira.

Vereadores foram na Maternidade apurar a falta de lençóis
E foi em busca de lençóis (ou investigar a falta deles) para grávidas atendidas na maternidade que a vereadora, bem ao seu estilo, visitou as dependências do prédio para apurar o “escândalo dos lençóis” e, mais uma vez, literalmente quebrou a cara, haja vista que encontrou todas as pacientes daquela unidade de saúde bem acomodadas e com seus respectivos lençóis para se protegerem do frio das enfermarias, que possuem aparelhos de ar condicionado funcionando normalmente.

Informado que estava acontecendo um fato grave na Maternidade, o subsecretário de Articulação Política, jornalista Ricardo Rodrigues, acompanhado do subsecretário de Segurança, Francisco Mesquita, e do Procurador do Município, Adenilson Dias, estiveram no local para averiguar do que se tratava. Ao se depararem com os oposicionistas e tomarem conhecimento do motivo da visita, Ricardo Rodrigues, que na época que aconteceu o infanticídio no governo Léo Coutinho foi o primeiro a denunciar o caso, questionou a vereadora Thais Coutinho que falava que estariam acontecendo mortes de crianças. “Mostre os dados oficiais que a senhora tem?”, questionou ele afirmando que ainda tinha os dados das centenas de mortes da época que o primo da vereadora era o prefeito e que sabia o nome e endereço de dezenas daquelas famílias. A vereadora desconversou e não apresentou nenhum dado oficial que embasasse suas insinuações. “Por que a senhora não denunciou naquela época?”, continuou Rodrigues deixando-o sem palavras.

Infelizmente, após percorrer as dependências da Carmosina
Coutinho, Thais Coutinho não encontrou nenhum fato
grave para alimentar a turma da abstinência que
surta cada vez mais nas redes sociais
Como não poderiam produzir o “escândalo dos lençóis”, e muitos menos de mortes irresponsáveis como aconteciam na gestão do primo da vereadora, assessores oposicionistas tentam agora fabricar algo de extrema gravidade, ao alardearem que os vereadores foram impedidos de adentrar na Maternidade, o que chega a ser patético, pois queriam, em horário impróprio (passava das 20:00h), produzir imagens para um vídeo a ser festejado pela turma da abstinência que não para de espernear nas redes sociais.

Bem, o “escândalo dos lençóis” que tentaram produzir agora, além de ser ridículo, é infinitamente inferior ao escândalo ocorrido na gestão Léo Coutinho, quando Caxias ficou conhecida nacionalmente como a cidade que tinha a “maternidade da morte”.

E para que o leitor possa fazer sua comparação entre o ‘escândalo’ que tentaram fazer agora e aquele de um passado de terror, quando todos sabem a posição e a luta do na época vereador Fábio Gentil, não custa nada lembrar a posição da hoje oposicionista Thais Coutinho, que se comportava sempre ao lado do desastroso governo Léo Coutinho e não parecia muito preocupada com a administração da cidade.

Enquanto centenas de mães choravam a perda de seus filhos recém-nascidos, e os vereadores debatiam esse e outros assuntos importantes na Câmara Municipal, a vereadora, que hoje tenta ser uma repórter investigativa, fazia as unhas tranquilamente nas sessões da Câmara, fato este que foi divulgado aqui e em diversos blogs da região (reveja).

Essa é a postura desses que querem pavimentar a volta dos tempos de terror e vergonha na cidade de Caxias.

Ainda bem que os caxienses deram um basta neles e disseram “NÃO” para um grupo político que foi capaz de produzir uma “maternidade da morte”.

Os tempos são outros e hoje aquele endereço foi rebatizado como Maternidade da Vida.

Quanta incoerência querer reproduzir um passado negro num momento que a população tem paz e confiança na sua maternidade.

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