O que é isso, Marlizete???!!! É funcionária da Assembleia, recebe R$ 4 mil reais pelo aluguel da escola e ainda quer acumular a direção

9.8.18

Contradição / Mulher diz em vídeo que está sofrendo perseguição por não querer apoiar o pai do prefeito, mas se contradiz em seguida: “É bem verdade que eu procurei conversar, procurei dialogar com o então prefeito, mas, infelizmente, não fui recebida”

SORTUDA OU PERSEGUIDA??? Mesmo sendo funcionária da Assembleia Legislativa em
São Luís e recebendo R$ 4 mil reais pelo aluguel do prédio alugado para o município, Marlizete
se acha no direito de ser diretora perpétua e indicar parente e funcionários da escola

Com a proximidade das eleições, o que restou da carcomida e revoltada oposição ao prefeito Fábio Gentil dá sinais de que se agarra em qualquer fagulha para tentar provocar um incêndio político contra a administração municipal. O recente caso da simples troca de direção de uma escola municipal tem servido como combustível para saciar a mente dos que sofrem de crise de abstinência desde a perda do poder em 2016.

A conhecida cabo eleitoral da família Coutinho, Marlizete,  que possui um prédio no bairro São Francisco onde funciona a Unidade Integrada Municipal Coelho Neto, simplesmente não aceita que o município faça a substituição de parte do quadro funcional, onde ela se acha no direito de alugar o prédio, ser diretora perpétua, indicar o diretor adjunto, manter seu esposo como funcionário e ditar todas as regras do centro educacional.

Alugado pela bagatela de R$ 4.022, 00 (quatro mil e vinte e dois reais) mensais, a referida escola faz parte da rede municipal de ensino, que tem como obrigação, conforme determinação legal, ter sua grade curricular, bem como seguir todos os ditames da pasta a qual está vinculada (Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia), de acordo com os administradores do município, estes sim eleitos pelo povo para gerir os destinos da cidade.

Marlizete foi nomeada como Oficial de Gabinete da Assembleia Legislativa em 1º de fevereiro 
de 2015, mesma época que era diretora da Unidade Integrada Municipal Coelho Neto em Caxias
Funcionária da Assembleia Legislativa desde 1º de fevereiro de 2015, Marlizete Carvalho da Costa exerce o cargo em Comissão, Simbolo DAI-2 de Oficial de Gabinete, onde recebe por volta de R$ 3 mil reais todos os meses. Com mais R$ 4 mil reais de aluguel do prédio em Caxias, Marlizete tem uma renda de fazer inveja a grande maioria dos brasileiros. E tem mais...

Fora o cargo na Assembleia Legislativa, Marlizete ainda conseguiu um emprego de Auxiliar de Serviços Administrativos para o esposo, que dá expediente onde sua cara metade era, além de dona do imóvel, diretora geral.

Pois bem, como faz frequentemente nas escolas do município, a Secretaria de Educação resolveu substituir a direção da Unidade Integral Municipal Coelho Neto, onde os novos diretores poderão seguir as orientações determinadas pela pasta. O titular do Blog recebeu a informação de que o contrato de aluguel está sendo respeitado pelo município e os aluguéis da senhora Marlizete estão sendo devidamente pagos. Soube ainda que não existe nenhuma intenção do município em quebrar o contrato de aluguel, deixando a senhora Marlizete tranquila em relação ao incremento de R$ 4 mil reais na sua renda.

Rodou a baiana

Quando os novos diretores foram tomar posse na Unidade Integrada Municipal Coelho Neto no início da semana, a senhora Marlizete simplesmente impediu a entrada dos mesmos no interior do prédio. Em seguida, achando-se acima do bem e do mal, Marlizete dispensou todos os alunos que estavam em sala aula, o que é no mínimo inaceitável, haja vista que ela não tem esse direito, e que ficou caracterizado como uma tentativa desesperada de chamar a atenção.

Não satisfeita, a Oficial de Gabinete da Assembleia Legislativa gravou um vídeo e publicou nas redes sociais tentando passar a ideia de que estava sendo vítima de perseguição política do prefeito Fábio Gentil.

O vídeo é uma festival de incoerência que não resiste a um olhar mais atento, e mesmo aqueles mais apaixonados da turma da abstinência, que reproduziram o material nas redes sociais, ficam envergonhados com as contradições do depoimento de Marlizete. “É bem verdade que eu procurei conversar, procurei dialogar, num é, com o então prefeito, mas, infelizmente, não fui recebida”, diz ela no vídeo, o que demonstra claramente que “procurou” o prefeito, mas que “não foi recebida” por ele. E continuou: “E pelo simples fato deu dizer não a ele, que não vou votar, que não vou ajudar, não vou contribuir na campanha de seu pai, do então José Gentil”.

Ora, caros leitores, como ela pode dizer claramente que “procurou conversar, dialogar”, mas que “não foi recebida” e em seguida dizer que foi estava sendo substituída porque teria dito a ‘ele’ que “não iria votar”, “não iria contribuir na campanha de seu pai” se afirmou logo no início da gravação que “não foi recebida” pelo prefeito?!

Destituída da direção da Escola Coelho Neto, Marlizete poderá finalmente cumprir seu expediente na Assembleia Legislativa do Maranhão, uma vez que não terá que dividir seu tempo em Caxias, o que certamente lhe acarretava um esforço sobre-humano no seu deslocamento diário entre os dois locais de trabalho.

Mas fica uma lição de tudo isso: Já pensou se todos os prédios alugados pelo município, os proprietários dos respectivos imóveis se achassem no direito de se autonomear como diretor e colocar os membros de sua família como funcionários?

Marlizete, Marlizete...

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