Vixe!!! Doleiro Yousseff promete entregar à Justiça números de contas secretas do PT em paraísos fiscais

25.10.14
O Planalto sabia de tudo

Por Ricardo Noblat

Os trechos mais quentes da reportagem de VEJA deste fim de semana sobre as confissões à Justiça do doleiro Alberto Youssef, um dos cabeças do esquema de corrupção na Petrobras:

• — O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.

• Na semana passada ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Alberto Youssef (Imagem: Aniele Nascimento / Agência de Notícias G/AE)

 • Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e Paulo Roberto Costa sobre a ampliação dos “serviços”, antes prestados apenas ao PP, também em benefício do PT e do PMDB.

• “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari.

• O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a dar à PF a localização, o número e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.

• Youssef dirá que um integrante da ­coor­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rousseff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba.

MÚSICA POPULAR UNIVERSAL: FERNANDO ATALLAIA

Letras e Canções

Leia na íntegra a letra da canção inédita ‘A Noite’ de autoria do cantor e compositor maranhense Fernando Atallaia

A Noite (Fernando Atallaia)

Tudo que você quer encontra na noite

Tudo que você é encontra na noite

A noite não é só uma criança

A noite não é só uma lembrança

Daquilo que você tentaria atingir novamente

Tudo que você pede encontra na noite

Tudo que você nega encontra na noite

A noite não é só uma esperança

A noite não é só o que alcança

Um caminho solitário no deserto do seu pensamento



Tudo que você rege encontra na noite

Tudo que você cega encontra na noite

A noite não é só uma distância

A noite não seria uma aliança

Com aquilo que você precisa esquecer pra sempre?  

A noite 

A noite

A noite

Baldes de água fria em lençóis sobre camas

Camas vazias procurando novas chamas

Batons vermelhos no asfalto meninas tristes de salto alto

Buscando grana e prazer e algum sentimento   

Tudo que você mede encontra na noite

Tudo que você segue encontra na noite

A noite com seus olhos de lamento

Prendendo sua voz na consciência

De um beijo que amanhece por acaso

Um beijo ausente

A noite

A noite

A noite

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1o PRÊMIO: 01 poupança de R$ 1.500,00 reais

2o PRÊMIO: 01 poupança de R$ 1.500,00 reais

3o PRÊMIO: 01 poupança de R$ 1.500,00 reais

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E atenção

O sorteio será transmitido ao vivo, agora pelo canal 3, a partir das 10h, pela Rádio Tropical FM, além da rádio FM Nova Cidade do município de São João do Sóter.

Não fique de fora!

Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

24.10.14
Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que o candidato do PSDB chega à reta final da campanha com 54,6% das intenções de voto, enquanto a petista soma 45,4%
Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus

Da Isto É
Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.

De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.

Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.

No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.   


PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

A calúnia como arma de destruição

No editorial da nova edição de ISTOÉ: o massacre de reputações promovido pelo PT é algo sem precedentes na história do Brasil


Carlos José Marques, Editorial da Isto É

Foram dias de massacre de reputações sem precedentes. Para se manter no poder, os articuladores da candidata Dilma Rousseff adotaram o que chamaram de estratégia de desconstrução do adversário cuja essência era um bombardeio de mentiras e calúnias, transformando essa na mais torpe eleição dos últimos tempos.

Nas peças de campanha e nas palavras dos principais arautos petistas, liderados pelo ex-presidente Lula, o oponente de Dilma, Aécio Neves, foi classificado de nazista, que agride mulheres, não gosta de trabalhar, tem problemas com bebida e, para completar, iria desempregar os brasileiros e acabar com o programa “Bolsa Família”.

Qualquer um que avaliasse mais detidamente a tática oficial, que despejou milhões em campanha, poderia perceber a inconsistência de tamanha artilharia de insultos e ilações – e o intuito por trás dela. Nada ficaria de pé nesse carnaval de difamações. Mas o seu martelar incessante nas propagandas de TV, nas mídias digitais e nos palanques Brasil afora foi inebriando massas, tentando convencê-las de uma falsa luta do bem contra o mal, de “nós contra eles”. Faltou lucidez e a esperança de parte da população foi embalada por quem controla a máquina numa caixa de promessas vazias. Nas ruas a militância partidária, incessante no seu afã de caluniar, distribuía panfletos apócrifos com teores terroristas, falando da ameaça que viria de uma vitória da oposição.

Era o apogeu de um plano covarde que se repetia depois da destruição implacável imposta à ambientalista Marina Silva, chamada até de homofóbica e acusada de assassinato de um manifestante gay por parte de seus seguranças, segundo ela mesma informou em entrevista ao jornal britânico Financial Times. Indignada com o jogo sujo, Marina fez uma declaração de apoio aberto a Aécio e às mudanças propostas por ele que estão no bojo de um amplo anseio da Nação.

Depois das urnas, qualquer que seja o seu resultado, torna-se imperativa uma revisão das regras eleitorais que abriram margem a tantas manobras rasteiras. Os golpes baixos no plano pessoal e na biografia de conquistas administrativas do mineiro, cuja gestão no governo de seu estado mereceu aprovação recorde, somaram-se a um estratagema maroto de esconder a realidade de crise evidente. Nos últimos quatro anos, os números atestam, o País vive uma paralisia econômica que se agrava, com descontrole dos gastos públicos e desmoralização de instituições como a Petrobras, cujos cofres foram assaltados por partidários do Governo, que desviaram bilhões.

Seguir nesse caminho insano é insistir em um erro, de consequências imprevisíveis, que pode levar muito tempo para se consertar e cujo único antídoto, ou resposta eficaz, está na urna eleitoral.

(Disputa tem desespero e muito mais) Esquenta a guerra de bastidores visando eleição para presidente da Câmara Municipal de Caxias

Cadeira da presidência da Câmara: todos 
querem sentar nela
Desde que o vereador Mário Assunção deu o pontapé inicial sobre a sucessão da mesa diretora da Câmara Municipal, em discurso realizado na última segunda-feira, 21, o assunto tomou a agenda política da cidade.

Nem mesmo a eleição para a presidência da Assembleia Legislativa, que o deputado estadual Humberto Coutinho é candidato, e os políticos locais naturalmente tem bastante interesse, conseguiu tirar a atenção dos edis caxienses para o próprio umbigo.

O sentimento de mudança relatado por Mário Assunção no discurso do último dia 21 continua predominando entre os vereadores tupiniquins.

Tenho conversado com vários parlamentares ao logo da semana e senti deles que isso [o sentimento da mudança] é pra valer. “Temos que dar um novo rumo pros destinos da Câmara Municipal” confidenciou-se um vereador. “Falta liberdade para muitos aqui e temos ainda uma gestão fechada demais na Casa”, disse-me outro.

Todos que me comentam sobre a eleição na Câmara o fazem na condição do anonimato, daí a não publicação dos seus respectivos nomes nas falas que constam nesta postagem.

Intensas reuniões aconteceram desde o início dos debates sobre a eleição da Câmara. Mário Assunção ganhou larga vantagem, pois ao declarar-se candidato, mostrou-se pronto pra briga, enquanto Ana Lúcia Ximenes, naturalmente candidata a reeleição, não se pronunciou sobre o assunto. “Ela não tem encontrado amparo entre nós, pois sua gestão é muito fechada”, declarou um antigo aliado de Ana Lúcia e que hoje defende a alternância nos destinos do parlamento.

Para se ter uma ideia da ampla vantagem que Mário Assunção leva na presente disputa, na manhã desta quinta-feira, 23, uma reunião feita com aqueles que o apoiam chegou ao número de 12 parlamentares presentes. Tentando fazer um contraponto, Ana Lúcia Ximenes também tentou arregimentar apoiadores para sua tentativa de reeleição, mas apenas 3 parlamentares da base governista compareceram a uma reunião convocada por ela e, mesmo assim, 2 deles são simpáticos a candidatura de Assunção.

Conversei com um dos edis que estiveram com a atual presidente do legislativo e o mesmo saiu de lá com a impressão de que Ana Lúcia está só na disputa.

Ela chegou a fazer uma espécie de prestação de contas da Câmara e disse que os recursos são escassos”, contou-me o parlamentar para em seguida falar da incoerência da presidente: “me pediu o apoio e disse que tudo irá melhorar caso seja reeleita, mas eu não entendo por só agora que ela promete isso”.

Outro ponto contra a presidente é a sua forma de tratamento com os colegas, tanto de oposição quanto de situação. Já ouvi incontáveis vezes que muitos deles não se sentem bem com a forma que ela os trata.

DIVISÃO DA BASE GOVERNISTA FAVORECE CANDIDATURA OPOSICIONISTA

Sentindo o cheiro forte de queimado no ar, a oposição na Casa do Povo se anima e ensaia lançar um nome para a sucessão de Ana Lúcia.

Muitos podem achar isso impossível diante do número reduzido de oposicionistas, mas sendo a situação composta de 14 integrantes, um racha entre eles, que resultaria em 7 votos para cada lado, uma candidatura oposicionista só precisaria de 2 dissidentes para fazer o novo presidente, o que seria o pior dos mundos para o governo municipal.

A guerra de bastidores é intensa e o clima tende a se acirrar ainda mais entre os vereadores.

Festa do Trabalhador em Caxias – Sintrap prepara animada programação no Marília Eventos

Nesta segunda-feira, 27, os servidores públicos em Caxias irão comemorar o seu dia em grande festa no Marília Eventos.

A animada programação está marcada para começar às 20:00h e será comandada por Lívia Amaral, Edilson Gusmão e Timão do Forró.

O Sintrap (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Caxias) convida a todos os servidores públicos para o evento.

Abaixo, o folder que está sendo distribuído na cidade e também nas redes sociais pelos organizadores:

Capa da revista Veja deste final de semana que já está chegando às bancas

A força que vem dos Leitoa…

23.10.14
Do Blog Maranhão de Verdade

No atual cenário político-eleitoral do Maranhão, poucos grupos políticos mostraram tanta força quanto o liderado pelo Prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB).

Além da expressiva votação dada aos candidatos a governador, Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB), os Leitoas deram a maioria absoluta ao Engenheiro Rafael Leitoa (PDT), estreante da família na política.

O número das urnas sepultaram de uma vez por todas o desgaste do governo municipal de Timon vendido pela imprensa ligada ao grupo Sarney para tentar atingir Flávio Dino. Luciano não só consolidou sua liderança como humilhou nas urnas sua principal adversária, Socorro Waquim, que obteve apenas 14.156 votos, logrando a terceira posição.

Com o prestígio da família em alta com o novo governo, Rafael Leitoa, que mostrou a força do sangue da família correndo nas veias durante toda a campanha eleitoral, entra 2015 fortalecido e com a cadeira de deputado garantida.

Toda essa certeza parte das conversas nos bastidores de que já é tida como certa a licença do deputado estadual, Sérgio Frota (PSDB) que assumirá provavelmente a Secretaria de Esportes no intuito de ceder a vaga para Rafael exercer o mandato.

Com todo esse cenário favorável, Rafael Leitoa assumirá o mandato gozando de prestígio e com chances reais de se tornar um dos principais expoentes da nova geração de políticos da próxima legislatura.

É aguardar pra ver…

Comparou ações do PSDB ao nazismo - Comunidade judaica brasileira repudia declaração de Lula

Do blog do Reinaldo Azevedo

Leiam comunicado emitido pela Conib, a Confederação Israelita do Brasil, que representa os judeus em nosso pais:

A Confederação Israelita do Brasil, representante da comunidade judaica brasileira e entidade apartidária, vem a público repudiar as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, comparando ações do candidato presidencial Aécio Neves e seu partido, o PSDB, a “agressões nazistas”.

A Conib, com trajetória de inquebrantável compromisso com a democracia e o debate intenso de ideias, rejeita a banalização de um episódio trágico para a Humanidade, como o nazismo, responsável pelo Holocausto, com a morte de 6 milhões de judeus, e o assassinato de dezenas de milhões de outros inocentes, como ciganos, negros, homossexuais, comunistas, entre outros.

Entendemos o calor da campanha eleitoral e a intensidade da disputa, mas conclamamos à manutenção de padrões que sirvam à causa da democracia, e não ao aprofundamento de divisões em nossa sociedade. Defendemos enfaticamente o direito à crítica, inata ao processo democrático, mas temos a convicção de que comparar adversários de um embate eminentemente político e ideológico a nazistas distorce a História e corrói nossa democracia.

Desejamos ainda reiterar que não nos manifestamos em nome desta ou daquela candidatura ou partido político. A Conib é apartidária porque representa a comunidade judaica brasileira, onde há militantes e simpatizantes das mais diversas correntes políticas. Manifestamo-nos, sim, em respeito à memória das vítimas do nazismo.