Vereador Mário Assunção terá trabalho cientifico destacado em publicação internacional

31.5.13
Além das suas atribuições com a política, o vereador Mário Assunção continua ativo na sua vida acadêmica e acaba de conquistar um grande feito digno de aplausos em nossa cidade. Teve um trabalho de sua autoria aprovado no prestigiado Journal of Agricultura Science, uma publicação de renome na comunidade cientifica mundial.

Com mestrado e doutorado em genética, Mário Assunção teve seu trabalho de Estimas de parâmetros fenotípicos e genéticos e tendência genética de pesos na fase de desmame em bonivos nelore na região Norte e sub-região do Meio-Norte do Brasil aprovado para publicação na revista, que tem grande prestígio internacional.

A revista canadense possui qualificação “Qualix AAA”, que é uma classificação feita pela Capes e que são divididas em Qualix de AAA, A, BBB, BB, B e C.

A qualificação AAA SÃO as melhores do mundo pela classificação da Capes.

“Muitos pesquisadores brasileiros batalham por vários anos para ter um trabalho escolhido para fazer parte de uma publicação internacional de prestígio e o nosso foi aceito com nota máxima”, comemora Mário que não esconde a alegria do feito. “Estendo essa minha alegria aos colegas que fizeram esse belo trabalho junto comigo, pois sem a ajuda deles não seria possível chegar ao sucesso alcançado em nossa pesquisa”.

Professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão - Facema, Mário Assunção tem uma vida acadêmica intensa, pois é requisitado ainda por importantes centros acadêmicos do Piauí para ministrar aulas e palestras.


“Mesmo já tendo sido chamado para comandar importantes centros de pesquisa no sul do país, resolvi ficar em Caxias para continuar fazendo o que mais gosto: servir aos caxienses tanto na formação intelectual em sala de aula como na construção de uma cidade cada vez melhor através de minha atuação na Câmara Municipal”, diz o vereador.

O último pagamento suspeito do governo Humberto Coutinho

No apagar das luzes do governo do então prefeito Humberto Coutinho, tivemos mais um dos pagamentos suspeitos feitos nos oito anos em que ele comandou a Prefeitura de Caxias.

Dados do Portal da Transparência mostram
quantia paga por show da Magnificos
Para encerrar sua gestão, que o seu grupo dizia que teria que ser com um show pra ficar na história do município, HC contratou, a peso de ouro, uma apresentação da banda Magníficos para animar o 8° Reveillon de Todos. Enquanto Léo Coutinho tomava posse na Câmara Municipal, na praça do Panteon ouvia-se a banda cantarolar seu antigo repertório.

Tendo o último sucesso emplacado na década de 1990 do século passado, a banda Magníficos, que se apresenta em clubes da periferia de Teresina por cachês que ficam entre 15 e 20 mil reais, encontrou em Caxias um belo presente de final de ano de Humberto Coutinho.

Em 28 de dezembro de 2012, portanto 3 dias antes de deixar o governo, Humberto Coutinho pagou a astronômica quantia de R$ 215 mil reais pela apresentação da referida banda.

Achou caro? Tem mais. Muito mais.

No Portal da Transparência encontramos o fabuloso pagamento feito à Magníficos, através da firma Vieira e Bezerra Ltda, de propriedade do empresário Fernando Júnior, e que também vem a ser o proprietário do Instituto Escutec, o mesmo que realiza periodicamente pesquisas de opinião para o grupo dominante.

Como se pode ver, a quantia destinada a empresa contratante é absurda e é justificado ainda pelo pagamento de “02 shows artísticos de bandas com repertório”. Alguém em Caxias se lembra se naquela oportunidade outra banda se apresentou na praça do Panteon? Não vai lembrar porque a Magníficos foi a única atração daquela noite.
Propaganda não deixa dúvidas: reveillon só
contou com a apresentação de uma banda

Pode-se até apostar que o blogueiro foi traído pela memória e existiu sim outra banda se apresentando naquele reveillon.

Farejando cheiro de queimado naqueles últimos pagamentos de Humberto Coutinho, o titular do blog registrou na época uma placa de outdoor que fazia a propaganda do 8° Reveillon de Todos.

Como se vê na foto acima a direita, a Prefeitura de Caxias anunciava somente a apresentação da banda Magníficos.


Pagou por duas e levou uma. Foi o último suspiro da "forma honesta e transparente" de Humberto Coutinho governar nossa querida e sofrida princesa do sertão.

Paulo Marinho Jr. e o silêncio como arma política

30.5.13
Paulo Marinho Jr. na Câmara dos Deputados
Herdeiro natural dos votos dos pais, o jovem Paulo Marinho Júnior nunca foi considerado um grande orador ou uma pessoa capaz de apresentar grandes ideias ou de feitos políticos que pudessem melhorar sua performance nas urnas. Seu potencial de votos é praticamente todo ele oriundo da herança de Paulo e Márcia Marinho.

Mas que ninguém pense que ele seja uma marionete nas mãos daqueles responsáveis por sua ascensão política. É inteligente e articulado, embora ainda não se possa dizer que seja capaz de voo próprio e que possa dispensar a intromissão do berço.

Sua candidatura a deputado federal nas eleições do ano que vem projetam uma grande votação nas urnas em Caxias. Praticamente único candidato genuinamente ‘filho’ da terra, PM Jr. com certeza irá aumentar consideravelmente sua votação em relação àquela obtida em 2010.

O motivo desse aumento de votos tem nome e sobrenome: Leonardo Barroso Coutinho.

A péssima gestão do jovem procurador do Estado do Piauí, Léo Coutinho, que se apresentava com capacidade de sobra para melhorar a vida dos caxienses, está se transformando numa gangorra que, ao mesmo tempo que cai no conceito popular por um lado, aumenta a revolta dos caxienses e, consequentemente, levanta a possibilidade de votos a serem dadas para seu principal opositor.

Paulo Marinho Jr. não precisa fazer nada para se contrapor a gestão de Léo Coutinho. O desgaste da atual administração serve como um cabo eleitoral natural e valioso para o herdeiro do clã Marinho.

Quem diria que um dia um membro da família Coutinho seria o responsável direto pela ascensão do grupo Marinho...!


São as voltas que o mundo dá.

Vereador Gerônimo e as vaias certas pra pessoa errada

29.5.13
Discurso nenhum é capaz de
reverter a rejeição do governo Léo Coutinho
Um fato ocorrido na sessão desta quarta-feira, 29, na Câmara Municipal teve vários significados. O vereador Gerônimo foi vaiado por praticamente todo o público presente no prédio do parlamento.

As vaias foram para o discurso e não para o edil. Ao tentar rebater a questão da merenda estragada servida numa escola do povoado Brejinho, Gerônimo experimentou o humor ácido dos caxienses.

O infeliz discurso do vereador governista abordou que as contas da ex-prefeita Márcia Marinho, referentes a aplicação da merenda escolar, haviam sido rejeitadas pelo TCU e que a mesma teria que devolver R$ 2.300.000 (dois milhões e trezentos mil) aos cofres públicos.
Nem bem concluiu a sua fala, Gerônimo foi interrompido por uma vaia uniforme de praticamente todo o público presente.

A intenção de Gerônimo, como todo bom governista, era, de alguma forma, desqualificar o discurso das oposicionistas Benvinda e Taniery tentando jogar na vala comum das irregularidades na aplicação de recursos da merenda escolar uma partidária das vereadoras.
Não eram aliados da ex-prefeita MM que estavam indignados com a tentativa de denegrir sua imagem. Era uma manifestação espontânea da população que não vai engolir o atual governo tentar encobrir suas falhas atingindo um fato ocorrido há 10 anos.

Ficou a lição bem clara para o prefeito Léo Coutinho: a impopularidade do seu governo não será contornada com idéias mirabolantes ou discursos ensaiados. Não existe marketing que desfaça sua péssima imagem.


Existem algumas saídas: competência e trabalho duro do gestor. Vai conseguir? 

Estranho! TV do prefeito não dá apoio aos vereadores da base aliada

Defendendo um governo impopular, governistas 
não contam com apoio da TV do prefeito

Já está se tornando um incômodo na base aliada na Câmara Municipal a falta de sustentação midiática da TV Difusora Caxias.  De propriedade dos dois prefeitos da cidade, a emissora ‘oficial’ do governo não participa das sessões e nem sai em socorro dos vereadores governistas que estão sendo literalmente trucidados pela oposição que, embora em minoria, consegue empolgar o público presente nas sessões e está ganhando o apoio da população devido a ampla cobertura feita pelas emissoras TV Band e TV Record.

O primeiro a dar sinais dessa falta de cobertura da TV Difusora Caxias foi o vereador Antonio Luis Assunção em sessão do último dia 27, mas agora praticamente todos os seus colegas da situação começam a reclamar.

Tocando no assunto da importância da imprensa na cobertura dos trabalhos legislativos, o vereador Catulé lembrou que num passado bem recente a emissora do prefeito “era comandada por um falsário”.

”Em gestões passadas essa emissora só vinha fazer cobertura das sessões porque existia um contrato da Câmara de 15 mil reais com a empresa, mas como hoje não existe mais esse pagamento, eles não aparecem”, revelou o vereador.

Se a falta da emissora governista na cobertura dos trabalhos dos vereadores da situação for falta de dinheiro, quem perde com isso é o prefeito Léo Coutinho que não tem a defesa do seu governo sendo explorada pela emissora da família.

Por que o prefeito de Caxias não cumpre a Lei da Transparência?

Este blog vai iniciar uma verdadeira cruzada para saber os motivos que levam o prefeito Léo Coutinho a não cumprir a Lei da Transparência nos moldes que ela foi criada.

Desde o ano de 2009 entrou em vigor a Lei da Transparência (131/2009), de autoria do senador João Capiberibe (AP), que torna obrigatória a exposição de todas as receitas e despesas públicas na internet. Em Caxias essa Lei viveu dois momentos dignos de registro. Vamos a eles.

Humberto Coutinho nunca foi assim uma Brastemp quando se fala na sua forma de fazer política, amarrar acordos e agregar aliados na sua base eleitoral. Processos por improbidade administrativa pipocaram as dezenas nos oito anos que o ex-prefeito esteve no poder.

Considerado um coronel da política, Humberto Coutinho, mesmo a contragosto, cumpria a Lei da Transparência desde o ano de 2009. Cumpria em partes, pois na referida Lei, a divulgação das despesas deve ser feita em tempo real e na gestão de HC isso só acontecia com 10 ou 15 dias após o término do mês.

E o governo do competente e honesto Procurador do Piauí?! Pois é, desde que assumiu o controle dos cofres da viúva caxiense, o dinâmico Léo Coutinho interpreta o cumprimento da Lei da Transparência ao seu modo.

Recebendo cerca de 17 milhões de reais todos os meses em repasses constitucionais, o governo Cada Vez Melhor só justifica gastos de pouco mais de 3 milhões de reais. Onde está a diferença? Ninguém sabe, ninguém viu.

Na tarde desta terça-feira, 28, o senador João Capiberibe, autor da Lei que foi criada para impedir corrupção com o dinheiro público, usou a tribuna do Senado para protestar contra os municípios que não estão cumprindo a legislação.

“O Brasil tem um problema grave, sofremos do mal congênito do vírus da corrupção, espalhada na vida pública brasileira. E não de trata de desvio de conduta pessoal, mas de problema sistêmico”, afirmou o senador.

João Capiberibe disse que, “como a corrupção é sistêmica, precisa ser combatida com outro sistema”, criado pela Lei da Transparência, que acrescenta dispositivos à Lei Complementar 101/2000, a qual estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal.

”Não há como justificar que os entes públicos não cumpram a lei”, disse.

Por ironia do destino o prefeito de Caxias é do mesmo partido do senador, o PSB. Já pensou se ele tivesse conhecimento de que no dia de hoje (29 de maio) a Prefeitura de Caxias ainda não divulgou as despesas do município referentes ao mês de abril!!!





Ingratidão pode ser o fim do poder de Humberto Coutinho

28.5.13
O antes e o depois de Humberto Coutinho
O ex-prefeito (ou ainda prefeito?) Humberto Coutinho, coleciona um histórico de ingratidão com pessoas que com ele enfrentaram ao longo dos anos várias batalhas políticas. E foram muitas as tormentas, tempestades e todo tipo de dificuldades que o ex-prefeito passou ao lado de valorosos companheiros de jornada.

Não se tem parâmetro em nosso município outro político com um histórico de ingratidão como HC. Apesar de não fazer um estilo barulhento ao romper com um aliado, o ex-prefeito (?!) o faz sofrer com dor, muita dor.

A arte da política é, antes de tudo, a arte da conversa. Humberto Coutinho sabe disso e sempre soube usar da conversa diária uma ferramenta eficaz para manter aliados ao seu lado. Desde que elegeu o sobrinho como prefeito (de direito) do município, HC mudou.

Quando quer jogar um aliado pra escanteio, trata logo de dizer que a coisa agora não é mais com ele. “Qui, qui tu sabe que eu não sou mais o prefeito...”, diz gaguejando para aquele interlocutor que não quer mais do lado.

Tem sido assim ao longo dos últimos 5 meses. O prefeito (de fato) trata diariamente de acertos políticos e de contratos do governo do prefeito (de direito). Mas antes de fechar um desses acertos, os correligionários vivem um calvário até terem suas demandas atendidas percorrendo secretarias e falando com várias pessoas e tendo que se humilhar ao levarem recados constrangedores do tipo: “foi fulano que mandou”, “foi sicrano que falou”. 

Muitos aceitam esse jogo e essa dissimulação. Alguns reclamam. Poucos gritam. Mas um número menor ainda começa a dar um basta nessa situação.

O rompimento do vereador Catulé, definido após um discurso histórico realizado na Câmara Municipal na noite desta segunda-feira, 27, deu-se devido ao caráter firme do parlamentar ao não aceitar se submeter ao jogo de empurra que Humberto Coutinho tem feito com seus aliados.

Entre os cardeais da política caxiense, Catulé foi o primeiro a dar seu grito de basta. Seu exemplo com certeza irá encorajar outros.

Está inaugurado um novo caminho na política caxiense que com certeza terá desdobramentos em 2014. O complexo de Rei que se abateu sobre Humberto Coutinho será colocado a prova na sucessão de 2016. É só uma questão de tempo.

Diferença de estilos

Deuzimar: tentou modernizar 
Leônica: dispensada do governo
Assim que assumiu a Secretaria de Educação, a professora Deuzimar Serra fez importantes mudanças na pasta. Sua intenção era melhorar e modernizar o setor educacional do município.

Entre as inúmeras mudanças que fez, a criação de uma Coordenação de Ciência e Tecnologia foi uma das mais importantes.

Como existe um Ministério de Ciência e Tecnologia, a intenção da ex-secretária era conseguir estabelecer convênios e parcerias com o órgão equivalente no governo federal.
Silvia não deu importância à novidade 

A dinâmica e competente Leônica Soares foi escolhida para ser a coordenadora. Considerada figura de proa do grupo Coutinho, Leônica agora sabe que não é tão importante assim lá pelas bandas da Casa de Saúde.


A nova secretária de Educação, Silvia Carvalho, parece que não deu muita importância para a tal coordenação. Com sala própria no Centro de Cultura, desde a demissão de Deuzimar Serra a ex-candidata a vereadora Leônica Soares não responde mais pelo cargo. E olha que ela sempre foi uma das mais barulhentas e aguerridas defensoras das campanhas eleitorais de Humberto Coutinho. Já pensou se não fosse?



Clima esquenta na Câmara! “O prefeito chama-se Humberto Coutinho”, diz Catulé.

27.5.13
Vereador Catulé fez duro discurso na Câmara
O tão aguardado discurso bombástico do vereador Catulé, onde o mesmo poderia se posicionar abertamente sobre sua posição política frente ao governo Léo Coutinho, finalmente aconteceu na sessão desta segunda-feira, 27. Bem ao seu estilo, o vereador usou toda a sua experiência política para desferir duros recados ao grupo Coutinho.

Num tom bastante contundente, embora sem ataques pessoais, Catulé desnudou o atual governo.

“O prefeito é o Humberto Coutinho”, iniciou o vereador. “Todos aqui vêem que enquanto assistimos diariamente 3 ou 4 carros estacionados em frente a Prefeitura, na casa do Humberto Coutinho tem dezenas deles, pois é com ele que todos tratam dos seus problemas políticos e fazem os acertos”, revelou o vereador socialista.

Interrompido diversas vezes pelos aplausos do público presente a cada vez que pronunciava uma frase de efeito, Catulé continuou seu discurso no que todos entenderam que era uma clara declaração de guerra ao grupo Coutinho.

“Eu acredito que o Leonardo Coutinho queira realmente fazer um grande governo e acho também que ele não aceitará ser feito de marionete pelo tio durante 4 anos”, discursou Catulé para uma platéia lotada na Câmara Municipal e continuou: “E agora temos um que se apresenta como prefeito (Léo Coutinho) e mais outros prefeitos, pois temos os dois tios (Humberto e Berilo), o pai (Eugênio Coutinho) e a tia (Cleide Coutinho)”, disse Catulé numa alusão ao poder de decisão que os tios e o pai do prefeito possuem na atual administração.

Centrando sua fala na falta de comando de Léo Coutinho, o vereador levou a platéia ao êxtase ao afirmar que “pela primeira vez a gente votou num candidato a prefeito e levou dois”.

O vereador disse reiteradas vezes que Léo Coutinho era o prefeito de direito, mas o prefeito de fato é Humberto e encerrou seu discurso em grande estilo: “Torço para que Léo Coutinho não continue agindo dessa forma e tome as rédeas da administração, pois senão ele corre o risco de descer nessa canoa rio abaixo”.


Pelo posicionamento mostrado por Catulé, seu caminho agora é sem volta para o grupo Coutinho. Sua entrada no campo oposicionista fará a diferença na Câmara Municipal que agora tem garantia de lotação máxima nos dias de sessão.

Othon Machado explica sua saída da CPL de Caxias

Devido as inúmeras versões sobre sua saída da Comissão Permanente de Licitação, o agora ex-presidente do órgão, Othon Maranhão, enviou nota ao blog esclarecendo os motivos que levaram ao seu afastamento. Eis a nota na íntegra:


NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Comunico aos amigos e imprensa de Caxias que a partir do segundo semestre deste ano estarei assumindo novos projetos pessoais e profissionais, deixando a Presidência da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura Municipal de Caxias.

Minha saída dos quadros da Prefeitura é uma decisão pessoal, acertada com o prefeito Léo Coutinho e também comunicada ao ex-prefeito Humberto Coutinho, duas pessoas por quem sempre nutri respeito e amizade.

Quaisquer outras informações a respeito do assunto são meras especulações.

Dediquei-me à CPL por quase cinco anos, fazendo um trabalho coerente, claro e correto, e decidi, junto com minha família, que este é o momento de tomar novos rumos profissionais.

Agradeço aos colegas que trabalharam comigo durante este período, e afirmo que a colaboração de todos é inestimável e essencial para o bom funcionamento da CPL.

Desejo ao colega Alexandre e sua equipe boa sorte neste novo desafio.

Cordialmente,

Othon Maranhão 
 

Exclusivo: inscrições rupestres próximas a Caxias (Jornal dos Cocais)

26.5.13
No município de São João do Sóter, distante 55 km de Caxias, existe um sítio arqueológico com várias inscrições rupestres datadas do período pré-histórico.

Chegando em São João do Sóter, percorremos mais 2 km em direção ao povoado Redondo. Na propriedade onde fica o tesouro arqueológico, o Senhor Miguel Alves, morador nativo da região, nos levou até o Lajeiro do Escrivão, nome dado ao abrigo de pedra que mede 32,5m de comprimento, e atinge até 3 metros de altura.

Levamos cerca de 15 minutos da estrada até o sítio arqueológico. No caminho, feito por uma trilha na mata, podemos ver a natureza em toda a sua exuberância. Pés de angico, pindaíba, aroeira, palmeiras nativas e um belo riacho ornamentam todo o percurso fazendo de toda a área um importante destino para curiosos, estudantes, professores, cientistas, arqueólogos e amantes da natureza.

Histórias sobre lendas do lugar nos são contadas pelo senhor Miguel Alves. “Minha mãe dizia que esse local era encantado e por essas bandas se ouvia relincho de cavalo, toque de tambor, batida em cocho, galinhas e outros pássaros, mas hoje não se ouve nada disso”, revela Miguel Alves.

Em 2010 uma equipe do Centro de Pesquisa e Arqueologia do Maranhão, sob o comando do arqueólogo Deusdédit Leite Filho esteve no município para uma visita de cunho cientifico.

Os pesquisadores puderam registrar as gravuras na rocha, que representam vegetação, cena de caça onde aparece um cervídeo e outras.

“A importância de se registrar essas manifestações rupestres reside na garantia da guarda desse material para o futuro, pois há muita dificuldade de se preservar esse tipo de patrimônio, pois a própria rocha se descasca com o tempo”, declarou na época Eliane Gaspar, encarregada do serviço de arqueologia do Centro de Pesquisa.

O Lajeiro do Escrivão é ainda o único sítio do Maranhão até agora conhecido que apresenta vestígios de pintura nos sulcos das gravuras tornando a importância de sua preservação uma necessidade dos poderes públicos municipal, estadual e federal.

A prefeita de São João do Sóter, Luiza Rocha, está em busca de apoio no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, visando uma parceria para a preservação e exploração de mais pesquisas no Lajeiro do Escrivão e em toda a área em torno do local em busca de mais vestígios pré-históricos.


Ainda pouco explorado e não muito conhecido dos caxienses, o Lajeiro do Escrivão mostra-se um excelente programa de final de semana, haja vista a existência de poucos registros arqueológicos relativamente próximos de nossa cidade.



Vereador Ronaldo Chaves avalia mandato e alfineta ex-deputado

25.5.13
O vereador Ronaldo Chaves (PRB) usou as redes sociais na tarde deste sábado para fazer uma avaliação do seu mandato . Colocou com serenidade suas convicções e aproveitou para alfinetar, embora sem citar o nome, o ex-deputado Paulo Marinho que, segundo o vereador, “me ataca em sua rádio e TV”.
Confira o texto de Ronaldo Chaves na sua página no facebook:

“Durante esses cinco meses de mandato tenho me posicionado de forma responsável e coerente na câmara municipal. Sou da base do governo, mas esse fato não me impediu de por vezes discordar e ser contra o posicionamento deste. Lembro por exemplo, do projeto de lei de autoria da vereadora Taniery Cantalice, em que me posicionei a seu favor. Infelizmente para alguns, a política continua sendo um meio de tentar manipular a opinião pública, sem compromisso com a verdade, colocando a informação que lhe convém, atacando as pessoas no momento e da forma que querem.

Nestes dias um veículo de comunicação me colocou como defensor de distribuição de merenda escolar estragada para estudantes. Queria que eles tivessem a coragem de colocar o discurso que fiz na tribuna, em sua íntegra. Mostrei apenas o trabalho de investigação feito por mim e outros colegas do parlamento, onde formamos nosso juízo de valor. Este trabalho foi mostrado ao povo que compareceu na sessão e também está à disposição de qualquer entidade pública ou privada para apreciá-lo.

Não possuo TV e nem rádio para me defender, tenho apenas a tribuna e a internet. Mesmo com essas dificuldades, não tenho medo desse jogo, estou com meu espírito tranquilo e a consciência limpa. 
Gostaria por fim de deixar um questionamento: onde está o “salvador da pátria”, “defensor” dos estudantes da rede pública, que me ataca em sua rádio e TV, que não se posiciona acerca da greve dos professores da rede estadual?

onde está o “salvador da pátria”, “defensor” dos estudantes da rede pública, que me ataca em sua rádio e TV, que não se posiciona acerca da greve dos professores da rede estadual?

Este blog vai enricar um advogado


Pois é, quando resolvi fazer este blog, pensei em mais um desafio que enfrentaria na vida na área do jornalismo. Com menos de uma semana da primeira matéria postada o número de acessos registrados neste endereço dão uma dimensão do sucesso que estamos fazendo. Pensei que teria meu trabalho reconhecido. Acertei em cheio.

As pessoas nas ruas, nos telefonemas, e-mails ou comentários feitos nas matérias sempre me tecem elogios e me parabenizam pela linha adotada nessa importante ferramenta de comunicação.

Mas de todos os elogios e incentivos que recebi, nenhum me deixou mais satisfeito e realizado como a informação que recebi na manhã de hoje. Soube que serei responsável por enricar um advogado da cidade.

Em uma reunião ocorrida no decorrer desta semana, um grupo de políticos locais tratou o blog do Sabá como um inimigo a ser combatido. Acertaram nessa reunião que contratarão um advogado exclusivamente para selecionar as matérias publicadas nesta página e, a cada frase ou palavra julgada por eles como minimamente ofensiva, terá que ser transformada em um processo contra o titular do blog. A ideia é me amedrontar para que eu acabe com a essência deste endereço eletrônico, que é esclarecer a sociedade contra quaisquer desmando feito pela classe política na região.

Já perdi as contas de quantos processos já respondi na justiça em Caxias devido as matérias que faço ao longo dos últimos anos no meu Jornal dos Cocais.

Aviso aos navegantes: Nunca fui condenado. Consegui a absolvição em todos eles. Absolvições essas porque trabalho com seriedade e com ética.

Ainda não recebi nenhuma notificação de processo neste ano. Quero conhecer o advogado que irei enricar, pois este sim vai ganhar muito dinheiro pelos seus honorários ao elaborar processos contra mim. Boa sorte pra ele.

Ah! Como ele vai ganhar muito dinheiro as minhas custas, não seria justo que dividisse essa grana comigo?

A auditoria da CGU e os inquéritos da PF em Caxias

24.5.13
Durante cerca de 30 dias do início de 2012, cerca de 10 auditores da Controladoria Geral da União – CGU, estiveram em Caxias investigando as prestações de contas do governo de Humberto Coutinho. Na primeira oportunidade passaram 20 dias, tendo voltado algum tempo depois e ficaram mais 10 dias onde encerraram os trabalhos.

Se debruçando sobre milhares de processos de pagamentos, os auditores pouco falavam e muito cobravam dos servidores do município por vários documentos necessários para a averiguação da lisura dos procedimentos realizados com recursos federais. Entrevistaram vários fornecedores da Prefeitura de Caxias. Fotografaram endereços de empresas que surgiam como beneficiadas de muitos recursos oriundos do governo federal.

Mergulhados nos trabalhos, os auditores federais só aceitavam das copeiras da Prefeitura água e cafezinho. Lanches, nem pensar, pois não sabiam de que recursos a oferta havia sido adquirida. “Obrigado, recebemos diárias para realizar nosso trabalho”, respondiam os auditores federais. Mas você deve estar se perguntando “o que é que uma coisa tem a ver com a outra?”. Explico agora.

Toda vez que assistimos na TV uma operação da Polícia Federal prendendo secretários, prefeitos ou governadores, isso é o resultado de um amplo e criterioso inquérito por improbidade administrativa feito pelos federais. Mas antes do inquérito da PF existe, quase sempre, uma auditoria da CGU ou do TCU. Quando encontram irregularidades gritantes, os auditores desses órgãos encaminham a denúncia ao Ministério Público Federal que consequentemente aciona a PF para auxiliar no inquérito. Daí surgem as cenas que assistimos na TV com casas arrombadas e figurões da política sendo algemados nas primeiras horas da manhã.

Os 30 inquéritos instaurados pela PF em Caxias certamente não tem nada a ver com quadrilha de agiotas agindo no município. A hipótese de ser desdobramento da auditoria da CGU feita no ano passado é enorme.

Enquanto isso, várias figuras ‘ilustres’ do município perdem noites e noites de sono com a possibilidade de serem acordados pelos “capa-preta” às 05 horas da manhã.


Essa possibilidade existe e queima diariamente uma famosa gastrite nervosa do município. Nem todo o dinheiro do mundo parece suficiente para saciar a fome de dinheiro público de alguns caxienses. A justiça tarda, mas nunca falha!

Vereador Mário Assunção explica acidente

Explicações do vereador foram confirmadas pelo motoqueiro
O vereador Mário Assunção esclareceu através de uma nota nas redes sociais o acidente ocorrido ontem, 22, entre ele e um motociclista. O assunto ganhou destaque nos meios de comunicação por conta da posição política do parlamentar e várias versões, todas elas sensacionalistas, foram dadas afirmando que ele não teria prestado socorro ao motoqueiro.

O vereador desmentiu as versões feitas pelos órgãos de imprensa da cidade e afirma que prestou sim socorro ao jovem.

“Eu não vinha em alta velocidade e prestei socorro a vítima. Além de prestar todo o atendimento possível ao jovem, que não possui habilitação e estava em alta velocidade, queria pedir respeito aos veículos de comunicação, pois pelo cargo que exerço, tenho uma superexposição na mídia”, diz o vereador finalizando: “peço respeito a um jovem vereador de 31 anos que tem uma história limpa e que procura trabalhar por sua cidade”.

Conversei por telefone com Mário Assunção e o mesmo me revelou que após a chegada da ambulância do SAMU, teve que sair em busca de atendimento médico, haja vista estar sob forte abalo emocional. “Ao longo do caminho fui melhorando e não precisei mais ir para o hospital, indo então na delegacia de polícia fazer um Boletim de Ocorrência relatando o episódio”, me disse Assunção que mesmo sem ter nenhuma culpa no episódio orientou uma assessora a acompanhar todo o atendimento médico do rapaz.

Não comprei essa história de que o vereador deixou o local do acidente sem prestar socorro à vítima. Mário é médico veterinário com doutorado feito nos Estados Unidos. Tem uma formação acadêmica respeitável e uma vida social idem. É sempre calmo, sereno e educado, sendo praticamente impossível imaginá-lo da forma como alguns meios de comunicação o trataram.


Está pagando o preço de ser líder do governo Léo Coutinho, onde os meios de comunicação que o atacam o fazem por que são oposição ao prefeito.

Sei não…!!! Polícia Federal e os 30 inquéritos de improbidade em Caxias


Na esteira da investigação sobre a morte do jornalista Décio Sá, ocorrida em abril do ano passado, a Superintendência de Polícia Federal no Maranhão revelou a existência de 30 inquéritos por improbidade administrativa em curso onde a Prefeitura de Caxias é investigada. O superintendente da PF no Estado, Cristiano Sampaio, no entanto não especificou a natureza desses procedimentos.

Mantendo um sigilo sobre suas investigações, a PF costuma adoecer os gestores investigados devido ao suspense que faz até o desfecho final de suas apurações. Como de praxe, as prisões nas primeiras horas da manhã de gestores corruptos deixam muitos deles com os nervos a flor da pele durante um longo tempo.

Entre os inquéritos instaurados pela PF em Caxias, muitos deles são oriundos da investigação sobre a quadrilha de agiotas que agem no Maranhão e que foram responsáveis pela execução do jornalista Décio Sá.

Não morro de amores pelo ex-prefeito Humberto Coutinho, mas, particularmente, não acredito no seu envolvimento com nenhuma quadrilha de agiotas. Caso venha a ser condenado em algum inquérito da PF, provavelmente não será sobre envolvimento com agiotagem. É o que acho, mas vamos aguardar o desenrolar dos trabalhos da PF.

Ainda hoje volto com outra matéria sobre investigação da PF e a auditoria feita no ano passado em Caxias pela Controladoria Geral da União.  

Prefeitura comemora fim do ganha-pão dos caçambeiros que recolhiam o lixo da cidade

Prefeitura não entregou nada à população. Os caminhões
são alugados por 22 mil reais mensais

O site da Prefeitura de Caxias estampou em manchete no último dia 08 o seguinte título: “Município recebe novos caminhões de lixo...” e na primeira linha da matéria o seguinte texto: “Foram entregues à população de Caxias cinco novos caminhões compactadores que serão usados para somar na coleta de lixo da cidade”. Mentira. Os caminhões são alugados de aliados do prefeito Léo Coutinho. E alugados a preços estratosféricos.

Quando um homem chora – Várias gerações de famílias ganhavam seu sustento com o dinheiro proveniente do trabalho dos proprietários de caçambas que prestavam serviço à Prefeitura de Caxias. Eram cerca de 30 veículos que todos os dias se revezavam na coleta do lixo. Ilegais? Inadequados? Muitas dúvidas e uma só certeza: Esses trabalhadores perderam sua única fonte de renda e a Prefeitura não fez nada para ajudá-los.
Prefeito "comemorou" a chegada dos caminhões
 
Alugados a preços milionários, cerca de 22 mil reais por mês, esses compactadores são financiados e seus proprietários pagam prestações de 6 mil reais mensais. Com um custo adicional de aproximadamente 2 mil reais por mês, a despesa com cada caminhão compactador é de R$ 8 mil. Logicamente, encontramos uma sobra de R$ 14 mil.

Parece que não existe sensibilidade entre os atuais mandatários do município. Caso existisse, a Prefeitura poderia reunir os caçambeiros e, alertando-os sobre a necessidade do uso obrigatório dos tais caminhões compactadores, poderia incentivar a criação de uma cooperativa entre eles para que adquirissem esses veículos.

Aliados admiram os veículos. E os donos dos mesmos agradecem o excelente aluguel recebido da Prefeitura
Isso seria correto do ponto de vista jurídico, pois se adequaria as normas defendidas pelo Ministério Público do Trabalho, e atenderia ao clamor social dessa categoria profissional, que vive há mais de 30 anos dessa atividade.

Não vimos nada nesse sentido sendo discutido e muito menos cogitado. Desde o anúncio da obrigatoriedade dos modernos caminhões de lixo que se ouvia aliados do prefeito discutindo preços e os lucros na prestação do serviço.

Tirar o ganha pão de dezenas de pessoas sem dar a eles nenhuma alternativa e destinar os mesmos recursos para aliados demonstra a cara do atual governo em Caxias.


Mudanças na Secretaria de Saúde

23.5.13
Vinícius: promovido a Rainha da Inglaterra

A postagem sobre os boatos dando conta da demissão do secretário de Saúde do município, publicada aqui no blog na última terça-feira, começa a ser esclarecida. Várias fontes, todas confiáveis, fazem uma explanação sobre a situação vivida na pasta nos últimos dias. Vamos aos indícios que apontam para a realidade.

Vinícius não foi demitido. Continuará secretário. Ou melhor, foi promovido. É agora a Rainha da Inglaterra. Explico: terá seus poderes diminuídos no organograma da saúde. O gerenciamento será da professora Josvalda, braço direito do secretário de Finanças, Berilo Araújo. Por sua vez, Berilo dará expediente semanal na pasta. Junto com Josvalda, irá tentar “arrumar a casa”. Segundo as mesmas fontes, a pasta passa por uma crise de organização e de gerenciamento que ocasionou consideráveis atrasos no pagamento de fornecedores e prestadores de serviço.

A enfermeira Mônica, que nos últimos anos teve papel crucial na administração da Saúde do município, está demissionária.

Dra. Alessandra Daniel, a preferida da família Coutinho para ser a gestora da Saúde, ainda não teve seu nome emplacado. Ficará como uma espécie de reserva técnica para o caso de ser preciso a entrada em campo de alguém com pulso firme o suficiente para gerenciar o órgão que trata da saúde dos caxienses.

O Palácio da Cidade acredita que o problema da saúde do município é de gestão. Acham que falta alguém com pulso firme para dar ao setor os rumos que ele precisa.

E eles estão com razões de sobra. É tudo falta de gestão, de pulso firme, de competência, de seriedade. Tudo isso, dificilmente, será encontrado no atual governo.

Cassino Caxiense pode acabar pelas mãos da família Coutinho


Ao ler o título desta publicação certamente o leitor vai dizer: “mas o Cassino já acabou há muito tempo”. Ainda não! Mas seu fim, pelo andar da carruagem, chegará provavelmente pelas mãos da família Coutinho.
Cassino Caxiense escapou dos vendedores ambulantes, mas não
escapará do abandono há que foi submetido pelo seu "controlador"

Controlado há mais de 25 anos pelo tio do prefeito Léo Coutinho, ex-vereador Ferdinando, o clube mais tradicional de Caxias está mais de 15 anos praticamente desativado. Seus banheiros, pela falta de manutenção, estão sujos e quebrados. As paredes, igualmente sujas, ajudam a piorar a imagem do prédio.

Embora o abandono e a ação do tempo ainda não tenha levado sua estrutura ao chão, o Clube ‘quase’ foi invadido pelos camelôs do Centro da cidade.

Com a desculpa que iria construir um shooping popular para os vendedores ambulantes, o prefeito Léo Coutinho tentou colocar nas dependências do Cassino Caxiense todos os camelôs da cidade enquanto o tal shooping estivesse sendo construído. Numa reunião realizada com eles, todos foram unânimes em não aceitar a proposta. Como se diz no ditado popular, refugaram a proposta.

A Prefeitura de Caxias pensou em duas possibilidades para o Cassino. Uma era alugar o espaço, e a outra era desapropriar o imóvel.

Cientes do ataque coutinhiano ao símbolo máximo de muitas gerações de caxienses, vários deles se prepararam para reagir ao fim daquele que foi palco de muitas alegrias e de muitos amores ao longo de todo o século passado.

De vários cantos do Brasil, aqueles que detinham o título de sócio proprietário estavam revirando as suas gavetas em busca do documento e se preparavam para questionar a ação do município na Justiça.

Como a recusa dos ambulantes, a Prefeitura, por enquanto, desistiu do assunto.

Pode não ter sido pela iniciativa do prefeito Léo Coutinho que o Cassino Caxiense chegou ao fim, mas com certeza será pela ação do ex-vereador Ferdinando, pois com o clube fechado e sem nenhum funcionário, suas paredes um dia irão ao chão, transformando os sonhos de várias gerações em saudades guardadas nas lembranças.

Caxiense se empolga e lota sessão da Câmara Municipal de hoje

22.5.13
População lotou a Câmara para ouvir os debates sobre
a merenda estragada servida numa escola

A denúncia de merenda estragada servida numa escola do Povoado Brejinho, feita pelas vereadoras Benvinda Almeida e Taniery Cantalice, está estremecendo os bastidores da política caxiense e é conversa recorrente nos quatro cantos da cidade. A exploração do episódio pelas emissoras de TV serviu para turbinar o assunto. A população em peso ocupou o auditório do parlamento nesta quarta-feira, 22, que ficou completamente lotado e com aproximadamente 100 pessoas de pé nos corredores assistindo a sessão.

É na Câmara Municipal que a repercussão pôde ser sentida desde segunda-feira, 20, quando a sessão foi boicotada pela base governista e nesta quarta-feira, 22, quando os vereadores da situação, depois de tomar par da situação, ecoaram a versão do Palácio da Cidade em acalorados discursos. Cada um, ao seu modo, tentou desqualificar a denúncia da merenda estragada em discursos inflamados e com documentos, relatórios e fotos dos produtos encontrados numa tentativa quase desesperada de consertar o estrago feito. Em vão. Nenhum argumento irá mudar a visão da população diante das imagens exibidas a exaustão nas emissoras de TV.
Vereadores governistas não tiveram o apoio midiático
da TV do prefeito

Primeira a usar a palavra, Taniery Cantalice fez um relato didático de todo o episódio. Foi uma explicação convincente e que reforçou sua denúncia. Os governistas, um atrás do outro, tentaram rebatê-la com explicações técnicas e chegaram até a apresentar um relatório, hipoteticamente feito pela diretora da escola onde tudo aconteceu, em que a mesma desvirtua todo o relato das denunciantes.

O público vibrava e aplaudia cada intervenção dos vereadores. Os oposicionistas eram os mais aplaudidos e por diversas vezes a presidente Ana Lúcia pediu silêncio e lembrava que a platéia não poderia se manifestar daquela forma.

Ao final de acusações da oposição, e das defesas da situação, a presidente determinou que o assunto será avaliado pela Comissão da Educação da Câmara que terá 15 dias para apresentar um relatório sobre o episódio.

Revelações

Elias disse que o prefeito só gosta
de quem bate nele
O vereador Elias do Gesso literalmente roubou a cena ao se dirigir ao apresentador Ricardo Rodrigues (TV Band) que o mesmo ainda será secretário municipal do governo Léo Coutinho. “Não se preocupe não Ricardo Rodrigues, esse prefeito gosta de quem bate nele. Esse Tiago Miranda, que eu cheguei a dar uma carreira nele na porta da minha casa, hoje é secretário do município e esse Ricardo Marques também está hoje no governo”, disse Elias bem ao seu estilo levando o público ao riso.

Já Antonio Luis reclamou do por que a emissora de televisão do prefeito não estar presente na sessão. “Eu não sei o que é isso, a TV do prefeito só vem aqui quando tem algo do interesse deles, mas hoje, quando precisamos de apoio, ela não aparece”.

Quem fala o que quer...

A vereadora Tais Coutinho tentou falar da credibilidade da sua família ao mesmo tempo que defendia o prefeito Léo Coutinho e saiu-se com essa: “Uma pessoa veio receber um dinheiro comigo no dia marcado e quando eu paguei ela me disse que era bom tratar com a família Coutinho, pois tinha vereador que lhe devia há 3 meses”. Atento no discurso, o vereador Luis Carlos disparou: “Eu não sei que fama é essa de bom pagador do prefeito, pois os caçambeiros estão há 5 meses sem receber o pagamento”. A platéia foi ao delírio.

Catulé e Benvinda Almeida não compareceram na sessão desta quarta-feira, pois já haviam anunciando desde a sessão passada que estariam ausentes na data de hoje.

Mas o assunto não morreu e no próximo dia 27 teremos uma sessão que promete ser explosiva.



Este blog tem regras


Caros internautas, é regra do blog, e isso está dito na primeira postagem que fiz, que não aceitaria comentários que denegrissem ninguém e que os usuários seriam identificados com a publicação do número do IP, que é o endereço eletrônico de cada computador. Infelizmente, não consegui desenvolver a tecnologia para identificação do IP dos comentaristas, mas o respeito as pessoas será mantido por este blog.

Já identifiquei dezenas de comentários ofensivos e com palavras de baixo nível contra autoridades e funcionários públicos da cidade, mas não publiquei. Não aceitarei baixaria e nem irei expor ninguém a execração pública. O blog é polêmico e nasceu com essa intenção, mas não permitirei ofensas gratuitas contra quem quer que seja. Se quiserem baixaria, aqui não será o lugar.

Proponho o debate. Denuncio fatos, ações, pessoas e práticas com responsabilidade e após intensa investigação.

Por favor, não se dêem ao trabalho de enviar comentários ofensivos e sem nexo que só expõe o lado recalcado e covarde de quem o faz.

Daqui a pouco uma postagem sobre a sessão da Câmara. Aguardem!

Crise?! Que crise? Governo Léo Coutinho está nadando em dinheiro

Montanhas de dinheiro caem diariamente
nos cofres da Prefeitura de Caxas

Desde do início do governo Léo Coutinho, o caxiense se acostumou a ouvir, através da mídia e de partidários seus, um tripé de desculpas para o imobilismo da gestão que estava se iniciando: estamos numa crise, “a Prefeitura está quebrada e o governo do Estado não ajuda o município”. Resumindo: a culpa era externa, do outro lado da linha, jamais de dentro do principal gabinete do Palácio da Cidade.

Vamos as explicações: Não se pode falar em crise, pois fazendo um acompanhamento dos repasses recebidos pela Prefeitura de Caxias nos primeiros 30 dias do governo Léo Coutinho chegamos ao valor de R$ 11.391.609,23. Essa quantia é cerca de 500 mil reais maior que os repasses recebidos pelo então prefeito Humberto Coutinho nos 30 primeiros dias de 2012.

Implementando um programa de demissão em massa em todos os setores da administração, o prefeito conseguiu uma sobra de caixa considerável com a medida nos primeiros passos do seu governo.
Prefeito não tem feito jus a propalada capacidade
administrativa usada na campanha de 2012

Ninguém pode falar em quebradeira, pois recebendo o bastão das mãos do tio, que é considerado pelos aliados mais subservientes o melhor prefeito do Maranhão, fica praticamente impossível falar abertamente sobre quebradeira. Muitos correligionários usam a expressão nos bastidores, mas não fazem uma explicação mais profunda sobre os motivos dessa suposta pindaíba.

Quanto a culpa no governo do Estado nos problemas de Caxias, tudo não passa da tentativa de jogar os problemas administrativos da cidade para os outros. Todas as obrigações constitucionais de responsabilidade do Estado para com o município são cumpridas, como é o caso da educação do ensino médio e a segurança. Caso não estivesse cumprindo com suas obrigações, com certeza o governo do MA já teria sido acionado judicialmente para fazê-lo.

Se no governo do tio tudo era as mil maravilhas, como pode hoje se falar em crise ou coisa parecida?

 

Provável troca de comando na CPL de Caxias mostra crise na pasta


O que era para ser uma medida administrativa corriqueira em qualquer governo está se transformando em mais um central de boatos nos corredores da Prefeitura de Caxias. A saída ou não do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Oton Luís Machado, está rendendo muitas versões e nenhuma certeza sobre os motivos que levam ao seu suposto afastamento do cargo.

Especulações e incertezas na CPL do município
Demissionário há mais de 20 dias, Oton ainda continua trabalhando normalmente no comando da CPL. Os prováveis substitutos, todos experientes profissionais em licitações, também demonstram saber dos detalhes que rolam na CPL, mas não se aventuram a expor os verdadeiro motivos que abastecem as rodas de conversa na cidade. Enquanto muitos afirmam que Othon teria sido demitido, outros se apressam em falar que foi ele que pediu demissão.

Especulações a parte, o presidente da CPL de Caxias é competentíssimo no que faz. Vários prefeitos de todo o Maranhão gostariam de contratá-lo como chefe de suas respectivas licitações.

Com quase 1,90m de altura e pesando 120 quilos, a figura do presidente da CPL, que poderia impor medo, na verdade surpreende pela figura afável e solícita do mesmo.

Comandando uma pasta bastante visada pelos críticos deste e de qualquer governo, e que é considerada nitroglicerina pura, Othon sempre se saiu bem ao longo dos dois governos de Humberto Coutinho seja qual for a situação. Seu domínio e conhecimento dos meandros de um processo licitatório o tornam um homem importante na administração municipal.

É um especialista em apaziguar ânimos mais exaltados de concorrentes que se sentem lesados nos certames ali realizados. Até mesmo este blogueiro, que por diversas vezes se irritou por não ter acesso a documentos de determinadas licitações, vez por outra é levado pela conversa fácil do presidente da CPL. “Meu irmãozinho, me dá só uns dias que eu vou dar os documentos que você está querendo”, diz freqüentemente o esperto presidente empurrando o assunto por mais um bom tempo.

Já na atual gestão, parece que os conflitos de estilo com Léo Coutinho podem ter sido a causa do mal estar que tomou conta do órgão que trata das licitações e concorrências públicas em Caxias. 

Sofrendo um desgaste natural devido ao longo período que controla a CPL, Othon não pode ser a vítima de ‘determinados’ procedimentos que lá foram protagonizados ao longo dos últimos anos, afinal, soldado mandado não merece castigo.

Boatos da demissão do secretário de saúde Vinícius Araújo circularam na cidade

21.5.13
Vinícius Araújo: pela segunda vez na linha de tiro
Pela segunda vez desde o início do governo Léo Coutinho, circulam boatos da demissão do secretário de Saúde do município, Vinícius Araújo. Na manhã desta terça-feira, 21, uma longa reunião no prédio da pasta em que participou, além do prefeito Léo Coutinho, todo o staf da rede pública de saúde da cidade acendeu uma luz amarela na central de boatos. Um assunto dominou a reunião: os graves problemas enfrentados no setor. Mas o que mais contribuiu para o boato da demissão do secretário foi a presença de um “alienígina” entre os membros da pasta.

Berilo Araújo, o todo poderoso secretário municipal de Finanças, e mentor intelectual do atual governo, deixou seus afazeres na Prefeitura e foi personagem principal na reunião.

Toda a problemática da saúde foi debatida entre os principais diretores e coordenadores da área.

Falei hoje a tarde com 3 vereadores sobre o assunto e ouvi de 2 deles que a demissão do secretário de saúde não  procede. Entretanto, um parlamentar não descartou essa hipótese, haja vista a situação caótica que a saúde do município se encontra

Estou registrando apenas sobre as especulações surgidas, pois não consegui falar com secretário Vinícius, mas diante da situação calamitosa do setor, sua saída serviria pelo menos para tentar esconder o fracasso do atual governo. 

Seria uma bucha de canhão. Abre o olho, Vinícius!

Capricha na maquiagem! Vaga em concurso para professores em Caxias poderá ser definida por expressão facial

Secretária de Educação Sílvia Carvalho

Que ninguém confunda expressão facial com beleza ou boa aparência física, mas analisando o edital do concurso público para contratação de professores em Caxias, na prova prática, que será feita por uma banca examinadora, o item expressão facial terá peso de 10 pontos, sendo que o item domínio do conteúdo terá peso de apenas 2.

Já abordamos aqui que nessa prova prática, feita por uma banca examinadora/avaliadora, existe a possibilidade de manipulação dos resultados e abre-se o espaço para apadrinhamento político.

Por via das dúvidas, será bom o candidato caprichar no visual quando da realização da prova prática, pois um cabelo desalinhado, ou uma maquiagem mal feita, pode ser decisivo para o sucesso ou fracasso na reta final do concurso.

Ex-prefeito Humberto esvazia sessão da Câmara que prometia ser bombástica

20.5.13

Desde a última sexta-feira, dia 17, os bastidores da política local estão fervendo. A denúncia feita pelas vereadoras Benvinda Almeida e Taniery Cantalice de que uma escola municipal do povoado Brejinho estaria servindo comida estragada aos alunos tomou conta da cidade.

Sessão da Câmara desta segunda-feira prometia muito
O governo Léo Coutinho tentou se defender através de uma entrevista da secretária de Educação Silvia Carvalho concedida na TV Difusora Caxias. A secretária tentou desqualificar as duas parlamentares revelando que a comida estragada mostrada por elas era apenas ação da umidade.

O assunto seria debatido veementemente na sessão da Câmara desta segunda-feira, 20, mas não houve quorum para a abertura dos trabalhos legislativos. Coube ao ex-prefeito Humberto Coutinho comandar o esvaziamento da sessão disparando telefonemas para os edis da base aliada. A tática funcionou e apenas 8 vereadores compareceram no prédio da Câmara quando seria necessário a presença de 10.

Após anunciar que não haveria sessão por falta de metade mais um dos componentes da Casa, a presidente Ana Lúcia assistiu o vereador Catulé ocupar o microfone e cobrar providências contra a falta injustificada dos membros do parlamento.

Maioria da base aliada não compareceu na sessão
Além do assunto da merenda estragada servida na escola do Brejinho, o motivo maior para o esvaziamento da sessão era outro e tem nome e sobrenome: Antonio José Bittencourt de Albuquerque, o Catulé.

Pouca gente sabia, mas Catulé iria ocupar a tribuna e fazer um pronunciamento bombástico. Muitos acreditam que seria uma denúncia grave, mas o anúncio de um rompimento total com o prefeito Léo Coutinho também ganhou os bastidores.

Na quarta-feira, 22, Catulé não estará em Caxias, pois cumprirá agenda com o secretário de Estado de Infra-estrutura, Luis Fernando Silva no município de São João dos Patos fazendo com que o caxiense tenha que esperar mais uma semana para o desfecho dessa novela.


Jogada de mestre! Lorota do concurso público iludiu muita gente


Caso o prefeito Léo Coutinho ficasse doente e o médico lhe receitasse 10 doses de um medicamento para curar seu mal, certamente ele iria cumprir a risca o receituário do profissional. Para continuar recebendo mensalmente R$ 1.000.000 (hum milhão de reais) para atender doentes hepáticos na sua unidade de hemodiálise, o ex-prefeito Humberto teve que contratar, com salários de R$ 20.000 (vinte mil reais) 6 médicos nefrologistas, haja vista que o Ministério da Saúde já havia multado a Casa de Saúde porque lá não tinha o número necessário de especialistas em nefrologia para atender a contento os pacientes. Certamente não por medo de deixar de receber mais de 1 milhão de reais por mês, mas sim com receio de não poder mais tratar da saúde dos doentes renais, HC contratou os médicos conforme determinou o MS. Essa história de casa de ferreiro, espeto de pau não funciona com Humberto Coutinho, não é mesmo? Vamos ao que interessa.
Com 750 contratados em 2012, e precisando de pelo menos mais 150, o déficit do quadro efetivo da educação é de pelo menos 900 professores. Isso sem contar com aqueles que se aposentaram entre um ano e outro, podendo a conta chegar a 1.000. Mas se o prefeito sabe dessa necessidade na área, por que é que ele anuncia concurso público para apenas 350 mestres? Será que ele não fez essa conta?

Fazendo um governo impopular e aparentemente sem rumo, o prefeito Léo Coutinho (PSB) faz um concurso público, como se diz na linguagem popular, “de migué”.

Anunciado com pompas, o concurso veio para dar ao seu governo ares de inovador. “Uau! O prefeito está fazendo concurso público, coisa que a gente há muito tempo não via na cidade. Que legal”, diz o mais incauto dos correligionários.

Com salários relativamente altos, entre R$ 2.125,00 e R$ 4.332,00 para professores, o concurso é vendido como “um algo a mais” na região. Lorota!

Com uma carga horária de 40 horas semanais, o professor que conseguir passar nesse concurso vai ter que se virar nos 30 para cumprir essa longa e penosa jornada de trabalho.

Planejamento escolar? Corrigir provas? Curso de capacitação? Treinamento? Calma! Chega em casa, prepara o jantar, coloca as crianças para dormir e se lança numa noite e madrugada ‘daquelas’ para conseguir cumprir suas tarefas do trabalho. Mas e se o professor for lotado na zona rural? Aí, caro internauta, a vida dele vai se transformar num verdadeiro calvário.

A Lei 11.738/2008 prevê a redução da carga horária dos professores, onde 1/3 do período deve ser destinado para planejamento. Em Caxias, essa Lei não é cumprida e um professor de 40 horas/aulas trabalha no mínimo 30 horas, quando o normal seria entre 24 e 26.

O governo do Estado do Maranhão, que o grupo Coutinho tanto condena e combate, já está cumprindo a Lei 11.738/2008.

Ainda analisando o edital do concurso público, os dirigentes do Sintrap preparam uma reunião para tomar uma posição diante do assunto. “Já acionamos o MP várias vezes cobrando medidas para que o município realizasse o concurso público”, diz Silvana Moura que também achou pouco o número de vagas oferecidas diante da necessidade da categoria.

Defensor de concurso público, onde ele mesmo já passou em 11 deles, Léo Coutinho faz uma jogada de mestre com a medida. A ideia, difundida entre os partidários, é mostrar um prefeito dinâmico e compromissado com a legalidade, pois a contratação de professores, quase na sua totalidade obedecendo ao critério de indicação política, é muito mal vista na cidade.

Teremos pela frente pelo menos 3 meses de mídia da Prefeitura exaltando a ação do prefeito pela realização do dito concurso público. Será o suficiente para reverter sua impopularidade?

E não esquecendo das 100 vagas para secretários escolares, onde os ‘felizardos’ irão receber um salário mínimo e terão que trabalhar 2 turnos. Sendo na cidade ou na zona rural, os vencimentos serão os mesmos.

Armadilha? – Aprovados na prova teórica, os professores terão que se submeter a uma prova prática, onde serão avaliados por uma banca examinadora. É uma brecha para que exista manipulação no resultado, pois caso um candidato que tenha um padrinho político forte, poderá ser beneficiado com uma avaliação maior que aquele que não recorrer a nenhum pistolão.

Será que o grupo Coutinho é capaz de uma coisa desse tipo?

Contagem regressiva para o começo de tudo

19.5.13


Peço a compreensão de todos que estão ansiosos pelo início das postagens deste blog, que a partir de amanhã estaremos fazendo a manutenção diária com denúncias, informações, entretenimento e notícias de interesse político e social.

Mesmo sem nenhuma reportagem publicada, somente pela curiosidade e interesse de muitos, já estamos com centenas de acesso no blog. Sinal de que tem muita gente ansiosa pelo que virá daqui por diante no jornalismo virtual de nossa cidade.

Prometo aos internautas que tentarei fazer o melhor possível diante de mais esse desafio que me lancei a fazer.

Amanhã é um outro dia.