O limite da liberdade de expressão e o início da prática criminosa

28.12.15
Entre os adventos da modernidade, a internet veio para facilitar a vida das pessoas, proporcionar uma infinidade de informações e, junto com isso, estreitar laços de amizade e melhorar o convívio social dos seus usuários.

E foi em nome da interação entre as pessoas que surgiram as redes sociais (facebook, twitter, instagram) e blogs. Nos últimos anos o aplicativo whatsapp, que funciona em celulares do tipo smartphone, surgiu como sendo o ápice dessa revolução na comunicação da sociedade.

Mas, além da rapidez da troca de informação, e da comodidade do compartilhamento de opiniões e momentos marcantes de nossas vidas, junto com esse mundo virtual que tanto nos ajuda no dia a dia vieram também aqueles mal intencionados que insistem em usar essa ferramenta para denegrir seu semelhante. E isso, embora alguém pense que não, é configurado como crime.

Nos últimos dias Caxias foi inundada com mais uma campanha de desmoralização de um caxiense, no caso uma importante figura pública.

Não irei me estender para o caso em questão, pois estaria colaborando para ajudar na campanha de difamação perpetrada contra esse conterrâneo.

Este blog é polêmico e sempre se colocou como tal, mas jamais foi feito aqui a publicação de uma imagem que tivesse a clara intenção de ofender a honra pessoal de quem quer que seja. Coleciono vários processos na justiça por conta das postagens desta página eletrônica, mas nunca fui condenado, pois o que é publicado aqui, embora seja recebido por alguém como ofensa pessoal, é feito dentro do respeito as leis.

Abomino a falta de respeito, o prazer em denegrir a imagem de alguém pelo simples fato de que isso possa me tornar polêmico ou receber o título de “implacável” na publicação da informação.

Como se já não bastassem os exageros que assistimos diariamente nas redes sociais, onde as pessoas as vezes perdem a lógica e o bom senso ao se dirigir a quem pensa de forma diferente, presenciamos a presença deplorável e repugnante dos “fakes”, pessoas que criam um falso perfil nas redes sociais, mais precisamente no facebook, para criticar, de forma criminosa, seus desafetos.

Que a justiça possa coibir exageros e punir os criminosos.

1 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Saba porque esta defesa exagerada. Contra fato não há argumento. Ninguém inventou nada. Com a palavra: A Camara Municipal e a Diocese de Caxias.

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