Série de reportagens da TV Band/Caxias mostra farra de funcionários fantasmas da Assembleia Legislativa e eleva audiência do Maranhão Urgente

23.9.15
Supostos funcionários da AL em Caxias que não sabem onde ‘trabalham’

O jornalista Ricardo Rodrigues está aumentando a audiência do seu programa na TV Band/Caxias (Maranhão Urgente), mostrando uma série de reportagens sobre os funcionários fantasmas da Assembleia Legislativa do Estado que são correligionários do deputado Humberto Coutinho em Caxias.

Ex-vereadores, suplentes e eternos postulantes a uma vaga na Câmara Municipal de Caxias estão na lista de supostos técnicos e diretores do legislativo maranhense que engrossam o rol de fantasmas que estão na folha de pagamento daquele poder, onerando os cofres públicos.

Entrevistado por Ricardo Rodrigues, o empresário Lino Emanoel, o Lino da Caxias Crédito, que nunca botou os pés na Assembleia, mas foi nomeado como diretor técnico, por mais incrível que pareça, disse condenar práticas que tirem do povo para beneficio próprio. “Eu condeno qualquer atividade que tire do povo para empregar em cima de si”, disse ele ao repórter finalizando: “Quem me conhece sabe: só trabalho com crédito”.

De acordo com Ricardo Rodrigues, outros nomes surgirão na série de reportagens que serão exibidas nos próximos dias, o que tem levantado a audiência do programa Maranhão Urgente.

A novela dos fantasmas caxienses, além de assombrar muita gente, tem mostrado a forma de fazer política de Humberto Coutinho.

4 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Essas pessoas apontadas pelo repórter Ricardo Rodrigues são líderes políticos pequenos. Pontas de rama. O que ele está fazendo é pura sacanagem e perseguição a quem não tem poder. Duvido muito que ele vá buscar os podres do governo Roseana Sarney e do patrão dele. Esses sim, afundaram o Maranhão. Só prá se ter uma idéias, o terreno do Hospital novo, que nem foi inaugado ainda, custou ao patrão dele R$30.000,00 (Trinta mil reais), e foi vendido ao Estado pela bacatela de R$3.000,000,00 (Três milhões de reais). É esse o povo que fala de Humberto Coutinho? Deveriam era criarem vergonha na cara. O povo não é mais tolo. A próxima eleição vem aí, e é taça de novo. Pode escrever em seus anais blogueiro. O negócio é dindim. Política não cabe liso nem miserável. Unha de fome tem que penar. Vão continuar gritando porque estão por baixo.

  1. Anônimo disse...:

    Tristemente ainda existem apaixonados pelas políticas da Sarneyzada em nosso Estado, tanta paixão que ultrapassam os que trabalharam com eles, esse discurso de ódio vai acabar e muito mal para os que se fartam com os recursos alheios, o troco virá igual para esse fracassado governo Dilma, ele é o responsável por esses crimes de corrupção e sustentação de laranjas. AGUARDEM!

  1. Anônimo disse...:

    O que acabou o que nunca foi nada (Brasil) não foi a política e sim os políticos. Tanto os que já saíram como os que entraram. É triste a situação q nosso país enfrente principalmente os que sempre foram pobres, os que nunca tiveram oportunidade mesmo com capacidade. A população deve se reunir e pressionar esses corruptos a abaixarem os seus próprios salários. O Brasil está caminhando para um caos total, não duvido de uma guerra civil daqui uma anos.

  1. Anônimo disse...:

    Não se trata de ódio camarada - longe disso. O que combato com veemência é essa prática de um jornalismo marrom. O profissional é capaz de defender e pregar moralidade e grandes valores, enquanto convive com pessoas ou grupos políticos que vivem enterrados na lama até o pescoço. Enfim, é uma forma de fazer política nos meios midiáticos que não condiz com seu verdadeiro comportamento. Isso não é imprensa? A verdadeira imprensa não tem lado político - é isenta e livre. Podemos chamar isso do quê, de profissionalismo? Que tipo de profissional da imprensa é esse, que só faz o que patrão manda? Aqui cabe alertar essas pessoas, que esse tipo de política não produz resultados positivos. A prova disso, são as incontáveis derrotas sofridas pelo grupo Marinho. De 2004 para cá, têm amargado derrotas por cima de derrotas. Não há, portanto, contraprova para esses fatos. O que falta a vocês é credibilidade e isso não se compra, se conquista com procedimentos verdadeiros e incontestáveis. Não adianta pois, ficarem apontando falhas nos outros com o dedo sujo. Isso é simplório. Vão sofrer muito até descobrirem que estão andando na contra mão de um tempo repleto de informações, acessíveis a todos quanto delas quizerem fazer uso. Melhor continuarem assim, se é assim que pretendem nos derrotar. Vão longe!

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