Artigo / TODOS CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO: Proteja a Família

2.7.15
Por Evannildo de Lima Rodrigues, graduado em Geografia (UEMA); Graduado em Direito (FAI) Pós-graduado em Docência Superior (FAI); Pós-graduado em Geografia e Meio Ambiente (UFPI), Pós-graduado em Direito Público (Fortium/DF). Professor de Direito Civil, Constitucional e Ambiental da Faculdade Fortium, Brasília/DF.

Cuidado! Vivemos ao lado de um perigo que ameaça todos os valores e costumes idôneos construídos há milênios. O plano para introduzir a Ideologia de Gênero nas escolas saiu do Congresso Nacional sem aprovação, e já está nas Câmaras Municipais de todo o país buscando espaço para destruir a instituição familiar. Está indo para perto de todos nós, batendo à porta da nossa casa. Essa é a nova tática dos grupos que defendem essa ideologia.

Gostaria de deixar bem claro que defendo a verdadeira democracia e os direitos individuais emanados em nossa constituição de 1988. E vejo que tudo isso está sendo ameaçado pela “Ideologia de Gênero”. Por isso chamo a todos para se unir contra essa ideia, que tem como finalidade confundir nossos filhos, e gerar uma sociedade de pessoas de bases libertinas. Abaixo alguns passos importantes.

PARÂMETROS GERAIS: A (in) certeza

Os dias atuais são assustadores, com isso nos assusta o que há de vir, ou seja, nosso futuro é incerto ou certo para a ruina de uma sociedade que perderá seus vínculos familiares alicerces de toda sociedade, como defende a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. O pior disso tudo é a perda da identidade.

O foco de análise deste texto é a Família, que ao longo de milhares de anos tem tomado formas impressionantes, mas o pior de todos é o risco de seu desaparecimento como entidade formada e fundamentada em regras milenares como alicerce da sociedade.

Entretanto, antecipadamente iremos tecer alguns comentários importantes. Entendo que alguns irão dizer que esse texto tem caráter preconceituoso, dentre outros comentários, mas ficará aberto às críticas e sugestões sadias. E deixo claro que, não tem nada de preconceito, mas de nítida preocupação, tendo em vista que defendo a família como base de toda a sociedade, formada nos padrões originais.

QUE PAÍS É ESSE?!

Na contemporaneidade, infelizmente vivemos uma crise generalizada, em todos os ramos da sociedade, principalmente nos países de emancipação recentemente “libertos” dos grilhões europeus.

Após 500 anos de “descobrimento, e 193 de independência”, o Brasil, é considerado um país de formação populacional heterogênea, com diversos traços culturas. Será isso bom ou ruim? Temos um regime político representativo, e dessa forma, cabe indagar:

Como nossos políticos/representantes tem encarado a defesa de valores e costumes consagrados desde a origem de nossa sociedade, tem defendido o que é ético e moral?

Como nosso Congresso, assembleias legislativas tem encarado esse novo comportamento da sociedade impregnada por uma ideologia alienígena?

Como as Câmeras de vereadores têm atuado em prol da vida nos municípios, tem defendido os bons costumes e valores sociais e familiares?

Grande é a responsabilidade! O que dizer da corrupção? Não posso ficar inerte com tudo isso, resta-me falar...

Diante dessas indagações o que tenho como resposta, é que estamos em alerta geral. Surgiu a tal de Ideologia de Gênero que poderá ser implantadas nos currículos das escolas, que ao nosso olhar terá como resultado a criação de uma sociedade, no futuro, sem identidade, sem distinção do que são meninos e meninas, homem e mulher, exceto, por alguns traços na aparência ou órgãos genitais naturais. Não há de prosperar tal ideologia!

Essa proposta descabida, felizmente, não teve a sua implantação aprovada pelo Congresso Nacional no sistema de ensino brasileiro, mas está descendo como avalanche para as Câmaras Municipais de todo o país, bem perto de nossas casas adentrando no seio de nossas famílias, tentando corroer os bons costumes, valores, e acima de tudo interferir na educação de nossos filhos, que é papel nosso, enquanto pai e mãe, enquanto ente familiar, a qual tem como finalidade nortear os filhos como seres íntegros para viverem em sociedade, preservando laços e identidade de gênero, como o é de forma natural.

ENTENDENDO ALGUNS TERMOS

Para fundamentar melhor nosso texto, vejamos o que diz os melhores os dicionários da língua portuguesa, sobre alguns termos:

Família: Conjunto de pessoas, em geral ligadas por laços de parentesco, que vivem sob o mesmo teto, particularmente o pai, a mãe e os filhos.

Masculino: Que pertence ou se refere ao sexo do varão ou dos animais machos. Próprio de homem. Qualificativo do gênero dos nomes que designam entes masculinos ou objetos considerados como tais.

Feminino: relativo à mulher. Gênero gramatical oposto ao masculino.

Macho: Designação vulgar do indivíduo do sexo masculino.

Fêmea: Do sexo feminino. Indivíduo em que se desenvolvem os gametas femininos, ou óvulos. Mulher.

Ideologia: Sistema que considera a sensação como fonte única dos nossos conhecimentos e único princípio das nossas faculdades. Maneira de pensar que caracteriza um indivíduo ou um grupo de pessoas.

DOIS PONTOS-CHAVE DA QUERELA

Como vemos acima, é incontestável o que significa e o verdadeiro papel da família. Portanto, vimos acima e entendemos que, é incontestável o que é ser masculino, feminino, macho e fêmea. Diante de tudo isso merece destaque dois pontos chaves nessa análise.

Primeiro, é o termo LIBERDADE, que consiste no direito de escolha, de se movimentar livremente, de se comportar segundo a sua própria vontade, de usar seu livre arbítrio. Entretanto, deve-se partir da ideia que esse comportamento não influencia negativamente outra pessoa.

Outro quesito oposto ao anterior, e importante de se destacar, é o termo LIBERTINAGEM, a qual se entende como fruto de um uso errado da liberdade. É um estilo de vida libertino, que abandona os bons costumes, e sua essência é a irresponsabilidade, que gera como resultado sérios prejuízos à própria pessoa, e a terceiros também. Em resumo uma pessoa que possui atitudes libertinas coloca em risco a sua vida e a vida de outras pessoas.

Por fim, o termo ideologia pode ser bom ou ruim, portanto, diante dessa dicotomia, caberá à família sua aplicação na educação de seus filhos.

A HUMANIDADE E SEUS LEGADOS DE TRANSFORMAÇÃO

A humanidade desde seu surgimento tem enfrentado diversos obstáculos. Refiro-me tanto os de caráter natural, como os obstáculos políticos ideológicos oriundos do poder humano de criar e recriar formas de dominação sobre outras comunidades, dentre os quais posso citar o aparecimento do capitalismo, e de seu opositor, o socialismo. Portanto, um pior que o outro, no que se refere fomentar qualidade de vida para todos.

Por derradeiro, refiro-me ao advento das declarações dos direitos do homem, os chamados Direitos Humanos, os quais, entendo ser mais uma ferramenta de dominação ideológica, criados pelo mundo ocidental. Sobre esses direitos, posso afirmar: ruim com eles, pior sem eles. Destaco que, esses direitos estão impregnados em nossos preceitos fundamentais em forma de gerações ou dimensões conquistados através de lutas e revoluções contra o sistema. De todo, afirmo que, não sejam em tudo maléficos, mas sua utilização pode resultar em sérios prejuízos a humanidade, como a perca de sua cultura, valores tradicionais locais etc.

Agora, reporto-me aos dois termos utilizados em destaque acima, os quais faz-me lembrar da nossa Constituição de 1988, cujo teor de seus preceitos fundamentais e declarações são recheados pela sentimento de liberdade, e assim não obsta perguntar: Quais os resultados construtivos efetivos após 25 anos de sua promulgação?

Aposto sem medo de errar que todos coadunam como a mesma ideia: o Estado não deve interferir na educação familiar dos filhos. O Estado tem provado que é incompetente para gerir a sociedade, no quesito garantir políticas públicas, e efetivar a todos os brasileiros, os direitos fundamentais com eficácia e eficiência. E assim, como pode querer intervir na educação dos filhos no âmbito de suas famílias?

TODOS CONTRA A DESCONTRUÇÃO DA FAMILIA

Em primeiro lugar é preciso conhecer o que significa ideologia de gênero. Com palavras simples, entende-se: é uma Ideologia da Ausência de Sexo. Ou seja: é uma crença, segundo a qual os dois sexos (masculino e feminino), são considerados construções culturais e sociais, o que é inconcebível para os padrões que almejamos e temos construídos até os dias atuais, e que é o ideal para o presente e para o futuro.

Em segundo lugar, faz-se necessário a união de todos, para lutar contra essa ideologia, cobrando de nossos representantes mecanismos de proteção da família, e impor que essa ideologia, não seja implantada no sistema de ensino de nossos municípios.

Chega de tantas ideologias inócuas e toscas na formação de nossos filhos na escola, as quais desvirtuam todos os ensinamentos familiares, e como consequência traz a desconstrução da família, e a produção de uma sociedade de seres sem identidade.

Contra isso, nos unamos em prol da família. Busquemos os grupos que defendem o que temos de salvação para nossa sociedade, que a cada dia vem se destruindo aos nossos olhos. Juntos, podemos fortalecer a conservação da FAMÍLIA tradicional.

Sugiro ver o link do vídeo abaixo para melhor entender sobre essa ideologia: https://www.youtube.com/watch?v=royghVUje_w

3 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    " Câmeras " de vereadores ?

  1. Anônimo disse...:

    Homossexuail,já nasce,e vai morrer,homossexual! Ninguém vira,portanto VC pode ser criado por dois homens,ou duas mulheres,q isso não vai interferir na sua sexualidade! Os radicais,sempre combatem aquilo q eles não tem coragem de assumir neles mesmos!

  1. Anônimo disse...:

    Evannildo de Lima Rodrigues, ainda bem que reconhece que o teu texto tenha o "caráter preconceituoso". Se não fosse o bastante, ele ainda dissemina algumas incongruências, entre elas apontarei algumas:
    1) Se não estou enganada você utiliza-se de dicionário de língua portuguesa para conceituar o que seja, feminino, masculino, macho, fêmea e ideologia. Creio que não cabe para a questão que você aborda utilizar conceitualizações superficiais e generalizantes. Só esse ponto já invalida completamente a tua discussão.
    2) Ao que me parece você desconhece/ ou conhece apenas superficialmente o conceito de Gênero e mais ainda a Ideologia de Gênero. A discussão proposta neste texto se baseia apenas nos discursos que são vinculados na mídia. Caso, você tenha conhecimento e esta seja a tua opinião, não há nada que possa ser feito.
    3) "sexo e gênero como construções sociais é inconcebível", agora te pergunto, ambos, tanto o sexo quanto gênero, são visto, concebido da mesma forma que eram a séculos atrás, ou se preferir a milênios atrás? Se tua resposta é não, me diga então, o que foi que os mudou e porque mudaram se é inconcebível que eles mudem, posto que não são construções socioculturais?
    4) A distinção entre mulher e homem e todas as diversas nuances comportamentais que a norteiam, como divisão de banheiro entre feminino e masculino, a distinção de brinquedos para meninas e para meninos, o que as meninas podem e o que não podem fazer, o que os meninos podem e não podem fazer. Tudo isso, meu caro fazem parte da ideologia de gênero.
    5) Creio que o que destrói a “FAMÍLIA tradicional”, é a falta de respeito e consideração que existe entre os cônjuges, é o adultério masculino/feminino, que fere tanto a outra parte, a traída, quanto aos filhos. É a surra que alguns esposos dão em suas esposa, é chegar em casa bêbado e insultar, humilhar a esposa e os filhos. É não ter tempo para um convívio familiar sadio.
    6) O fato de existirem gays, lésbicas trans.... enfim, uma gama de IDENTIDADES de gênero, não obriga ninguém a aderir a algumas delas.

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