Dois meses depois de denunciar a retirada dos médicos legistas de Caxias, Catulé volta a cobrar IML no município

9.6.15
Catulé voltou a cobrar pelo IML na cidade

Quando o vereador Catulé abordou pela primeira vez a retirada de médicos legistas de Caxias, que passaram a atender os caxienses em Timon (relembre a postagem do blog no dia 14 de março de 2015: “Terra do já teve!!!” Catulé protesta contra retirada de médico legista de Caxias: “exames devem ser feitos agora em Timon” ou clique aqui), o parlamentar relatou que a mudança “traria um sério prejuízo ao trabalho da Polícia Civil”.

Nesta segunda-feira, 08, o vereador voltou ao assunto na Câmara e cobrou mais uma uma vez pelo IML. “Criado pelo saudoso ex-prefeito Dr. Marcelo Tadeu, o IML de Caxias contava até o ano passado com 3 médicos legistas”, disse Catulé que lembrou do seu último discurso na Câmara, quando conclamou o deputado caxiense apara intervir no caso. “Fiz um apelo ao deputado Humberto Coutinho, um dos homens mais importantes na estrutura política do Estado, para resolver o problema”, lembrou Catulé acrescentando que, “apesar de ouvirmos na imprensa que teríamos um IML de primeira linha na cidade, até agora não temos nada”.

Catulé falou ainda do grave prejuízo que mulheres podem passar, ao precisarem, por exemplo, de fazer um exame de conjunção carnal, “pois a rapidez desse tipo de exame é fundamental para um diagnóstico preciso”.

Outra grave situação que passam os caxienses com a falta de médicos legistas no município é quando morre um membro da família. “E ainda tem que esperar o morto ir para Timon, o que aumenta a dor”, disse o vereador citando um caso ocorrido recentemente no povoado Nazaré do Bruno, quando um homem, morto com um tiro de espingarda 12, “passou um dia todo ao relento, pois além de Caxias não ter médico legista, em Nazaré do Bruno nem Polícia Militar tem mais”.

A cobrança feita pelo oposicionista demonstra o descaso que o grupo Coutinho tem por Caxias, pois a falta de médicos legistas na cidade provoca transtorno à Polícia Civil e dor e sofrimento para aqueles cidadãos menos favorecidos que, ao perderem um ente querido, tem sua dor aumentada com a espera do corpo ter que ser deslocado até Timon para confecção do laudo médico.

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