Assassinato da escrivã Loane Maranhão completa 1 ano

15.5.15
No dia 15 de maio de 2014, a escrivã Loane Maranhão Thé, 33 anos, foi covardemente assassinada no seu local de trabalho, na Delegacia da Mulher de Caxias.

Loane colhia depoimento do gari Francisco Alves Costa, 43 anos, acusado de estuprar as duas filhas menores de idade.

O gari alegou em depoimento à Polícia que teria atacado a escrivã com uma faca ao saber que poderia ser preso pela acusação de estupro das filhas.

Na época o crime chocou a cidade e ganhou rápida repercussão no Maranhão e também no Piauí, terra natal de Loane. Vários blogs e portais na internet de todo o Brasil também destacaram o caso.

Preso logo em seguida, o assassino Francisco Alves Costa disse estar arrependido do crime.

Há cerca de uma semana, o gari foi condenado pelo estupro das filhas, sendo que o julgamento pelo assassinato da escrivã ainda não tem data prevista.

Os pais da escrivã aguardam a condenação do 
acusado (Foto: Gilcilene Araújo)
Indiciado por homicídio duplamente qualificado, além da tentativa de homicídio contra uma investigadora que tentou socorrer Loane no momento que ela era atacada, Francisco Alves pode pegar mais 30 anos de prisão.

Tentando preencher a ausência da filha, a família construiu um memorial onde quarda objetos pessoais dela. No mesmo espaço há também objetos que pertenciam ao irmão dela, Guilherme Rodrigues, que faleceu após a queda de um avião monomotor na cabeceira da pista do Aeroporto Petrônio Portela, em Teresina.

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