Chega de conversa fiada!!! Léo Coutinho está com a “faca e o queijo nas mãos” para mostrar serviço e não pode mais culpar ninguém pelo desastre do seu governo

2.2.15
O prefeito de Caxias, Léo Coutinho, tem a partir da eleição do seu tio, Humberto Coutinho, como presidente da Assembleia Legislativa do MA, talvez o maior desafio da sua vida: terá que enfrentar ele mesmo na dura tarefa de fazer uma administração notável no município.

É que tendo o tio como presidente da Assembleia, um governador aliado de primeiro hora, um senador da República do seu Partido (PSB) e uma presidente que recebeu o seu voto e o apoio de todo o seu grupo, ele não pode mais culpar nada, e nem ninguém, por falta de apoio ou de excesso de perseguição política contra sua administração.

Mas, fora o asfaltamento de algumas ruas da cidade, nesse início da suposta fase de bonança, os reflexos não são nada animadores e nem um pouco promissores.

Na saúde, mais uma vez os servidores estão tendo dificuldades para receberem seus vencimentos, o que motivou o governo municipal a distribuir nota ao público culpando o Ministério da Saúde pelo atraso nos repasses do setor.

Na educação, o clima de instabilidade vivido na pasta ainda não teve seu fim anunciado, colocando em suspense qualquer ação efetiva de melhoria na área. Isso sem falar em melhora salarial da classe do magistério, que não foi sequer mencionado em nenhuma entrevista do prefeito, assim como em nenhuma conversa de bastidores.

A gravidade da questão salarial dos servidores municipais é sem dúvida alguma o maior legado que o grupo Coutinho instalou em Caxias.

O lema repetido exaustivamente por Humberto Coutinho em meio aos correligionários, de que “pago mal, mas pago em dia...”, é praticamente uma sentença de morte nas pretensões das diversas categorias profissionais da cidade.

As obras, oriundas de convênios junto ao governo do estado, certamente virão as dezenas. Mas junto com essas obras, que serão inauguradas no período eleitoral, para impulsionar a candidatura do representante do grupo Coutinho nas eleições municipais de 2016, existe a possibilidade de se repetirem os velhos problemas de favorecimento a empresários amigos por meio de licitações sempre suspeitas.

Mesmo existindo obras por toda a cidade, os servidores municipais podem ir perdendo as esperanças de algum incremento nos seus salários.

A prestação de um atendimento público de qualidade sempre esteve intrinsicamente ligada aos salários recebidos pelos profissionais envolvidos, mas que em Caxias amargam os piores vencimentos em todas as categorias de trabalhadores.

E é com esse quadro de muitas obras, mas salários baixíssimos, que o prefeito Léo Coutinho enfrentará a opinião pública e o olhar desconfiado do seu tio, Humberto Coutinho, para garantir que será ele o representante da família para disputar a eleição em 2016.

Corre, prefeito! A população quer soluções para os problemas da cidade. O povo quer saúde de qualidade. Os servidores querem melhores salários.

E lembre-se: seu tio quer receber pesquisas de opinião que possam garantir que a cadeira continuará sendo sua.

Já pensou ser dispensado no intervalo do jogo?! Vai ser uma vergonha...

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